segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Amor À Primeira Vista

Que momento mágico e de pura ilusão da ingenuidade de seres que podem, ou não acreditar em contos de fadas e comédias românticas. E o quanto é legal acreditar em comédias românticas, o quanto é legal acabar um filme com a sensação que primeiros olhares podem se fixar pela vida toda e se salvarem através de uma Hollywoodiana cena de reconquista no aeroporto, o quanto é bom aquela sensação gostosa que as coisas podem dar certo, mesmo que saibamos que um filme atenua histórias, que histórias até mais dramáticas podem acontecer

 Momento do qual duas almas se encontram, se olham se se deixam levar pela luz do momento. É, a maioria não acredita, mas amor à primeira vista existe, e como existe, através de um olhar, uma história se torna um épico da vida humana que nos alimenta todos os dias, da dramaticidade de Romeu e Julieta ao casal de Dirty Dance(Ritmo Quente).

Um dia, estamos andando por aí, e eis que surpreendentemente um olhar nosso é encontrado por outro e gera um pico de emoções tão grande que o peito se enlouquece e o coração borbulha. Exato, borbulha do fervor, causado por um sentimento tão singelo que  as próprias aparências se distorcem, isto pois não nos parece beleza, não nos parece qualidade, apenas nos parece amor.

Este tipo de amor não é pra ser explicado, não é pra ser julgado, taxado de errado ou algo do tipo, este tipo de amor é pra se dar valor, é pra se cultivar, cuidar. Lógico que depois de um tempo ele mostra atento ao merecimento, mas o que é dado como certo é a sua capacidade de agir nas mais diversas esferas da sociedade, e pode te afetar em qualquer lugar, e com qualquer nível de pessoas possível!

Estar atento à primeira vista, pode fazer muita diferença, e pode significar, pescar o impossível quando ele ainda for possível, pode significar olhar até onde outras pessoas podem apenas ver algo sem importância. Logo estar atento a isso pode nos causar a certeza que o tempo que durar e a intensidade e força com que for vivido, vai gerar muito mais alegria do que o famoso “felizes para sempre”.

Lembrar da primeira vez, do primeiro olhar, do encanto das palavras e do que se ouvia, significa reviver a todo momento, cenas que fazem com que nos sintamos vivos, faz com que sintamos que vale apena existir por algo que vale muito mais que nós e nossos egos inflados de pessoas que só querem se aproveitar de nossas fraquezas para nos tomar algo.

Este olhar, esta primeira vez, esse primeiro contato, é um presente de Deus para nos lembrar que o norte da vida, hoje e sempre ainda será aquele sentimento que não se explica, não se mede e dificilmente se repete, chamado amor:

“Quando conheci você, logo me apaixonei pela cor do seu olho, pela cor do seu olho, juro eu não acreditei que tudo isso um dia, ainda pudesse acontecer, eu conhecer teu bel prazer”

                                                                                                                   Armandinho
 
Ótima semana à todos!!!!!
 
Alexandre Oliveira

sábado, 22 de setembro de 2012

Ser Bobo


Ingenuidade: Ausência de Malicía                                      
Amigos que me conhecem há muitos anos sabem o como eu era há 5 anos atrás, e costumo dizer que eu era muito, muito, muito bobo e que hoje sou só bobo, muitos já me ouviram dizer isto nos dias de hoje, sempre de forma a tirar sarro de mim mesmo o que é engraçado e divertido, mas o que está inserido dentro de um comentário como este é o que mais vale pensar.

Ser muito, muito bobo tem diversas vantagens, uma delas é a de ter capacidade de enxergar a vida, com uma ingenuidade tão grande que a primeira vez de muitas coisas na vida nos permitem enxergar. Bem, quando não temos traumas nem momentos ruins passados que nos deixaram cicatrizes e nos fizeram pensar que tais erros não poderiam ser cometidos, nos forçamos a criar uma barreira praticamente intransponível para um novo gostar. Isto pois tivemos situações que são causadas por uma relação ingênua que não sobreviveu a maldade alheia ou até mesmo a experiência alheia, posso dizer assim que a experiência traz consigo marcas, que criam um escudo e nos deixam “menos bobos” eu diria, mas é importante ressaltar que a perda dessa ingenuidade traz consigo dividendos muito mais tristes do que a lógica permite.

Quando nos vemos menos bobos nos orgulhamos do percurso até ali, batendo no peito e soprando aos sete ventos que nunca mais vamos passar por aquilo que passamos outrora, mas quando isso acontece, usamos esta experiência para nos esconder e nos eximir de culpa, colocamos isso, como argumento para perda de oportunidades que surgem com outras pessoas. Logo ser esperto, não se torna tão saudável.

O ser esperto é algo relativo, lembram daquela máxima carioca onde se diz “que o mal do malandro, é achar que todo mundo é otário”? Acho que é bem por ai, digo que esperto eu nunca serei, pois o dia que pensar assim, eu estarei ferrado, pois sempre há alguém mais esperto do que a gente, e a vida não é uma eterna competição, ela é uma medição de forças contra si mesmo, você se mede a cada ano mais um pouco e se o saldo disso for uma evolução sua como pessoa, sinal que a medição está boa, pois a cada ano você se torna uma pessoa melhor, e ser esperto não tem nada a ver com isso. Conheço muita gente que se achava esperto no colégio, na faculdade e no trabalho, e não vou nem comentar onde essas pessoas estão agora, pois é puro desperdício.

Temos de confiar no caminho que escolhemos, temos de usar nossas experiência para diferenciar o bem do mal, durante a nossa estreita caminhada na vida, porém creio que deixar de ser bobo é uma perda de essência, e quando perdemos nossa essência, perdemos o que há de mais puro nas nossas emoções, assim deixamos de ser sinceros, e começamos a falhar não só com outras pessoas, mas com nós mesmos. Quando penso em ingenuidade, me volto para 10 anos atrás e lembro do menino de 16 anos que fez apenas um pedido:

“Encontrar uma mulher que me ame como eu a amarei “

                                                     Alexandre Oliveira( aos 16 anos )

Então amigos que lêem as Sambadinhas do Ale: voltem a ser mais bobos, a curtir um pouco mais da vida sem a preocupação de quem alguém pode estar querendo te tirar vantagem, pense apenas no quanto você pode agregar aquela pessoa e ela a você. E acima de tudo volte para sua ingenuidade, pois lá você encontrará a sua originalidade e a sinceridade perdida de outros tempos, e nesse momento respire bem fundo, olhe para o céu e se sinta orgulhoso, por tudo que que vier acontecer na sua recém reconquistada “bobice”.

Alexandre Oliveira

sábado, 15 de setembro de 2012

O Gosto do Amor

Que tipo de amor podemos ter pra vida toda? Bem não digo isso da boca pra fora mas o que faz com que nos apaixonemos por uma pessoa? Este é o tema das sambadinhas de hoje, pois em algum momento da vida apenas sonhamos em ter uma pessoa conosco que nos faça esquecer de todos os problemas, uma pessoa que nos complete de tal forma que não consigamos pensar em o porque que esta pessoa não apareceu antes.

Bom, sopramos aos quatro ventos que queremos ser independentes e ter liberdade na tomada de decisões mas paramos a todo momento, e nos perguntamos o quanto seria legal que uma outra pessoa decidisse isto por nós, ai seria tão mais fácil, mas decisões tem de ser tomadas por nós mesmos, a não ser aquelas que fogem do nosso controle, como amar alguém por exemplo, isso é uma das coisas na qual não escolhemos na vida, tem pessoas da qual gostamos demais porém não a amamos de fato, a ponto de não querer viver sem esta pessoa. E existe o contrário também, pessoas que amamos demais, porém não gostamos delas. Bem foi isso mesmo que disse, gostar e amar em diferentes pontos, em meio que extremos de uma mesma questão e que de alguma forma se completam.

Amar é incondicional, e gostar é um sentimento que sentimos por alguém que nos faz bem com suas atitudes, amor vem quando esta pessoa não faz nada por isso, mas meio que veio, meio que apareceu, mesmo sem uma escolha, mesmo sem qualidades que apriori eram prioridades, amar é quando se perde as regras, é quando a paixão age junto e te tira o som e o ar. E todo ser que se presa, passa a vida torcendo pra sentir por alguém este sentimento e quando aparece pode não ser a pessoa que se gosta, logo os dois sentimentos tem que casar de uma forma. O que digo é que passamos anos esperando e guardando um amor sem saber por que, sem saber pra quem, e por aquela pessoa fazemos coisas que nunca esperamos fazer, mesmo que elas por vezes não mereçam. E as regras onde ficam? Ah, isso eu não sei, o que penso é que não se pode escolher uma pessoa para um relacionamento mais sério por conveniência, daí “bato tanto na tecla” de que amores não são construídos por “bem cuidar”, amores são construídos e constituídos em um órgão que não pensa e não difere certo de errado que é o coração, “é um amor que não se mede, amor que não se pede e não se repete”.

Já que passam a vida toda esperando amar por que não esperar um pouco mais e ver no que dá, pra que apressar o “inapressável”, amores batem, se olham, se reconhecem se curtem, as vezes não se beijam, mas ficam com uma vontade louca de beijar e agarrar tanta a outra pessoa que as vezes parece loucura. Loucura parece não aproveitar mesmo que seja por um dia.

Alexandre Oliveira

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O Começo do Fim

Bom dia à você que visita este blog hoje e um Bom dia a você que um dia visitou!



Hoje, um pouco triste, vou me despedir das Sambadinhas do Ale, bem na verdade não é um adeus, talvez esteja mais pra um até logo. Pois chega um momento que a criatividade não surge e os temas começam a se tornar repetitivos e chatos, e por isso é melhor parar enquanto a coisa ainda dava certo, é hora de oxigenar as idéias, tirar umas férias das discussões de relacionamento, para quem sabe um dia voltar a escrever aqui.


O Blog não vai acabar ainda, ele continuará existindo, com seus 71 textos já postados e como em um relacionamento daremos um tempo, que pode ou não ser definitivo, sobre isso ainda vou pensar bastante. Mas creio que já não tenho conseguido trazer temas de maior discussão e talvez falte aquela dose de romantismo e praticidade que sempre foi a marca do blog, e da minha vida pessoal. É hora de viver mais, e escrever menos, tudo na vida um dia acaba e talvez esse fim seja o melhor para as Sambadinhas. No entanto, quero compartilhar com vocês algumas histórias:


Há pouco mais de 3 anos tinha ficado encantado pelo Blog de uma grande amiga, eu que já tinha uns 2 textos escritos achei o máximo. Tudo bem, já que minha grande experiência tinha sido como poeta de colégio escrevendo cartinhas para as meninas que gostava no ensino fundamental, e lógico que as mesmas rasgavam na minha cara. Mas sem dúvidas, ali veio uma experiência fundamental para este blog. O que quero dizer que a idéia de criar um blog veio dessa minha amiga.


Mas no dia 09 de Setembro de 2009, a revolta aparece, cansado de estar num mundo onde pessoas que amamos nos abandonam, e cansado de gostar de quem não retribuía, eu escrevi o texto “incomodado”, e criava este blog, que tinha de ter um nome marcante, e fazendo uma alusão ao meu péssimo samba no pé tão conhecido entre amigos, o batizo de Sambadinhas do Ale. Este sem dúvidas foi o começo de tudo, mas o segundo texto sobre “saudades de tudo e nada”, só surge meses depois e o terceiro texto vem quase um ano depois, mas o fato é que no segundo semestre de 2010, a inspiração rola solta e um texto muda a história deste blog foi “mulheres não sabem o que querem”. Ali percebi o óbvio que textos de relacionamento seriam fundamentais para que eu continuasse a escrever algo que gostasse e naquele mesmo mês de Maio vieram vários textos e pela primeira vez passo a escrever um por semana.


A partir daí o blog pega fogo, e bate os seus primeiros 1000 acessos em um só texto, e minha empolgação, com amigos e amigas elogiando e perguntando vai a lua. E chegamos até a quantidade de textos variados que temos hoje, todos escritos por mim, até mesmo o texto “desabafo do amor”, que na época disse que era um autor desconhecido, mas foi um e-mail que enviei pra minha ex-namorada há 5 anos atrás, obviamente alterei muita coisa nele e ninguém percebeu que era eu.


Aliás esta é outra marca deste blog, pois ele atravessa e discursa sobre diversos momentos da minha história e dos meus amigos, no inicío uma revolta com a ex-namorada, passando por um 2010 de amores começados e terminados, passando por carnavais estupendos onde nem tudo pode ser dito, chegando a inspiração uma mulher que gerou vários textos deste blog pelo lado negativo como o texto da “arte da cara de pau”, não esquecendo de mais um namoro a distância e suas alegrias e tristezas, além de destacar as nuances do verão, que como todos perceberam geraram alguns valores como “lei da reciprocidade” e o “desapego”, constatações clássicas da estação.


Bem, nesses 3 anos, comecei este blog, depressivo, passei pela zona triste, fui extremamente feliz, vive decepções e alegrias com amigos e muitas delas destacadas nas Sambadinhas, certamente quem vier a ler este blog, e prestar bem atenção terá um manual prático de como lidar com Alexandre Oliveira, alguns dizem que eu tenho o dom de manipular o sistema, porém isso depende do ponto de vista.


Ajudei muita gente, me ajudei, atrapalhei a vida de muitos canalhas, formei pessoas bobas, formei pessoas espertas, de tudo um pouco foi feito e escrito aqui, até risadas de si mesmo foram dadas.


Mas o começo do fim é hoje, e agora, até que outra revolução como a de 2010 aconteça, a parada é iminente. Obrigado à todos que leram tanto este blog que me deram vontade de continuar escrevendo, obrigado a você que me deixou recados no facebook, que curtiu cada link, que me parou na faculdade ou na academia pra dizer que gostava, e um obrigado a você que gritava na noitada “quero ver as sambadinhas do ale”, ou o “vamos lá sambadinhas”.


Até um dia Turma, nos esbarramos por aí!!! Nos vemos nas baladas, nas ruas, na academia ou no facebook mesmo!!!! Até um dia!!!!


Alexandre Oliveira

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Quimíca Louca

Bom dia à todos que visitam este blog hoje! Antes queria compartilhar com vocês que em breve as Sambadinhas do Ale vão se despedir, devido a falta de inspiração do nobre blogueiro, mas enquanto isso não acontece, coloquemos o tema em pauta na boca da resenha.



Em muitas conversas que tenho com amigos e amigas, me pego falando sobre o assunto “química”. Assunto este que já abordamos aqui em outra “sambada”, mas naquele momento falávamos sobre a química do beijo, de uma maneira geral, não falei o quanto esta química muda o nosso estado de espirito e nos faz ficar sem entender nada.




Bem, às vezes ficamos com alguém que nos provoca um encaixe e uma química tão grande que o prazer do contexto todo com aquela pessoa é sensacional, é algo de corpo, que não é explicado, e o interessante é que muitas vezes esta química não revela um relacionamento mais sério ou namoro propriamente dito, e isso muito tem a ver com o fato de que temos medo do que nos faz tão bem, temos medo de nos apegar e de transformar esta química em amor, até porque já que está tão bom pra que mudar né?! Verdade, e com isso na cabeça, vejamos o caso abaixo:


Nesta última semana estava com esse tema na cabeça, lógico pensando em situações das quais eu mesmo vivi, já que cheguei a conclusão que vale mais apenas ficar com quem a química rola e dar valor a esse tipo de garota. Bom, ai conversei com um senhor que me contou a melhor de todas as histórias. Há 50 anos atrás ele conheceu uma mulher casada, que saindo de um restaurante olhou pra ele, e ele se encantou por ela, daí ele foi falar com a mesma, depois de horas de conversa, eles se beijaram e após o beijo a mulher começou a chorar, e ele nada entendeu. Após uns minutos ela contara que era casada e que não poderia ter feito aquilo, ai ele disse que não haveria problema e acabaria com tudo ali e ela não precisaria chorar, e ela virou e disse, que chorou porque a paixão que ela sentira naquele beijo tinha sido mais forte do que tudo de “sério” que ela tinha vivido até ali, e que chorou mesmo porque sabia que essa felicidade não poderia ser vivida.


E a minha pergunta é?! O que vale mais apena viver, o romance frio que lhe parece certo? Ou a química louca que nem sempre nos leva a alguma coisa?


Há duas semanas atrás, uma amiga estava na dúvida se ficava com um cara sem sal do qual ela não tinha atração e não fazia o seu tipo, ou se continuava vivendo uma história com um cara que a química muito rolava mas que não “comparecia sempre”. Ai, perguntei a ela: “Você vai trocar um canalha com química por um Fofo sem sal?” Bom naturalmente depois dessa creio que algo clareou na mente dela, assim espero.


Mas o fato é que quando temos uma química assim com alguém, essa coisa de beijo, corpo, que nos leva as nuvens, não sabemos como agir e às vezes confundimos com amor, ou algo parecido, mas a verdade que nenhuma das opções é uma verdade absoluta, temos que saber que química é química e amor é amor. Lógico que os dois juntos formam uma combinação de muito mais valor, mas se não soubermos diferenciar, podemos colocar os pés pelas mãos e perder essa “química louca, química, química breve”.


Existem pessoas que se relacionam há anos e nunca tiveram nada sério, pessoas cujo seu relacionamento de atração atravessa os anos se sobrepondo a tudo na vida, pois eles acabam se reencontrando e revivendo todas as emoções dessa química louca.


Portanto, isso não tem como se evitar, tem é de ser vivido e aproveitado, e sempre tratando-o como primeira opção, pois é pra isso que a vida vale apena. Seja feliz e faça sua mistura para obter a química perfeita!


Ótima semana à todos!!!!


Abraços e Beijos


Alexandre Oliveira

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Relacionamentos Repetidos

Queridos e queridas amantes das Sambadinhas do Ale um Bom dia!!!!!!!!!



Por um acaso, vocês já repararam o quanto somos repetitivos nos relacionamentos?


Por muitas vezes começamos um relacionamento pensando em nos reinventar, ou seja pensamos em viver o que o relacionamento anterior não nos deu, mas ai as pessoas caem no erro crucial de qualquer relacionamento que é se repetir de maneira sistemática.


Exemplo: quem já não apelidou a sua namorada(o), com um apelido bem fofo daqueles de dar nojo a qualquer ser prático do mundo pós moderno?! Bem agora quem já não usou o mesmo apelido para sua gata(o), que veio a ser seu relacionamento posteriormente?! É amigas e amigos, foi o que pensei, muitos de vocês já fizeram isso e mais do que isso, viveram momentos repetidos e dão mais valor aos atuais como se os antigos fossem nada.


Vou explicar, muitas pessoas dão muito valor ao que uma pessoa está fazendo agora e desvaloriza o que foi feito anteriormente. Exemplo: “Ahhh, meu namorado sempre diz o quanto sou linda, ele é um fofo”, puxa cara pálida, o antigo dizia a mesma coisa, e também levava café na cama e por ai vai, e sabe qual é a diferença nestes dois casos?! Simples, uma é a pessoa que você ama agora, e a outra é a pessoa que você amou um dia, e que hoje já não tem nenhum sentido, muito provavelmente porque ela deixou de ser o que era na época em que você a amava.


Olhe que coisa, tratamos como novidade, o que já nos foi familiar um dia, e não acho que isso seja errado, o que acho sempre é que devemos dar valor a quem nos trata com carinho e respeito, ou seja, a quem nos dá valor. Como dizemos sempre eu e meu melhor amigo: “Não trate como 1° opção quem só te trata como 2° opção”. Reciprocidade sempre é tudo!


Repetir erros em relacionamentos é recorrente, porém repetir apelidos é uma coisa estranha, e sempre que me vem a mente chamar uma pessoa de um apelido que já chamo outra, isso me dói na alma, parece que estou sendo pouco original, repetitivo e fico com a sensação que estou falando com a apelidada anterior e não com a atual, e você já parou pra pensar nisso?!


As pessoas começam repetindo apelidos e depois passam a repetir ciúmes, msgs, presentes, atitudes insanas, brigas e por ai vai. Mas o certo talvez não seria sermos originais em nossos sentimentos?! Talvez a maneira mais correta de lidar com tudo isso não seria inovar nas atitudes, e pensar nessa nova pessoa como uma luz que não aparece todo dia e que brilha intensamente como nenhuma outra e a valorizar como se assim fosse, não a fazendo passar por problemas antigos ou apelidos repetidos.


Certamente a nova pessoa é original, nesTe relacionamento, e a maneira que você a conheceu provavelmente foi diferente da anterior, então mesmo que tudo pareça igual ao que foi antes, não repita os mesmos erros, e se for pra errar que sejam erros novos, e se for para magoar, que magoe tentando fazer o certo, mas entre num relacionamento com a certeza que ele pode ser diferente de tudo que você já teve antes, e que ele é tão original desde a maneira como vocês se encaixam até a maneira como se conheceram, que aquele brilho do sorriso junto com os olhos, se mantenha a ser produzido, todos os dias que esse “diferente” aparece.


Bem, não se repetir pode até não ser uma dica das menos conhecidas, mas ser diferente nas atitudes e manter o carinho e amor embutidas nelas, com aquela dose de sensualidade, sempre vão gerar relacionamentos originais e interessantes para ambos os lados.




Seja diferente, ame diferente, comece um relacionamento por que você gosta e não por conveniência, assim os erros certamente não serão repetidos, e as novas histórias estarão sendo o seu porto seguro do futuro.


ÓTIMA SEMANA À TODOS!!!!


Alexandre Oliveira





segunda-feira, 2 de julho de 2012

Namorável?!

Namorável ou Não?!



Uma ótima semana aos amigos e amigas das Sambadinhas do Ale, e sejam muito bem vindos!!!

A vida é feita de conquistas, as pessoas sempre pensam no que podem conquistar na vida e até onde podem chegar, pensam em seus desejos e tudo que querem em um relacionamento por exemplo, mas algumas pessoas querem na verdade, é serem conquistadas.


 
Bem, essa ai ai é uma regra imposta por pessoas racionais que pensam apenas no quanto podem vir a sofrer com um relacionamento, essas pessoas não vivem com o coração, assim não sofrem e também não vivem e são pouco intensas.


Quando pensamos em regras deveríamos pensar com o coração e não com a cabeça, e a única regra que de fato deveria existir é a lei da reciprocidade, na qual damos moral a quem nos dá moral.


Infelizmente conforme vamos sofrendo com o tempo e os relacionamentos, criamos uma casca de proteção que nos faz jogar com os relacionamentos, e acabamos complicando o meio-de-campo todo apenas por proteção a nós mesmos.


Quem já não se assustou quando uma pessoa em inicío de relacionamento diz que gosta de você, ou que está pensando em você. Éhhh, entramos em pânico e nos assustamos, mas será que deveria ser assim?! Será que não nos sentimos no poder com isso, e admitir a reciprocidade, tiraria esse poder?!

O jogo é natural, mas não seria mais fácil não jogar?! Sem jogos e sem jogadas, um gostando do outro e fluindo tudo com naturalidade, assim deveria ser, mas não é?!


Canso de ouvir mulheres dizendo que o cara sumiu depois de um tempo que ficaram. Neste caso temos duas suposições, uma: o cara é um idiota, outra: o cara esperou que você fizesse algo para que o relacionamento seguisse e cansou. Afinal, uma mulher sempre espera que o cara ligue, que ele tome a iniciativa, que ele a faça sentir prazer, que ele faça uma surpresa e por ai vai, mas nenhuma pensa em fazer algo primeiro.


Daí as mulheres pensam que o cara da segunda suposição não é namorável, mas será que ele espera que essa mulher também não seja a diferente, porque só mulheres devem ser conquistadas?! Lembrem-se que os melhores homens são aqueles que se valorizam. No entanto o problema é que esses querem mulheres que os conquistem, e isso tá errado?!


E alguma mulher se propõe a isso no começo de uma relação, ou quando ela se coloca importante pra ela?! Ou será que ela se omite e foge com o minímo de carinho recebido?! Simples de dizer, pois a verdade, é que nenhuma delas se propoem a isso, pois querem sempre o contrário.

Mulheres em geral fazem isso pelo namorado, mas também quando cansam, tadinho do cara né?! Perdeu o Time(tempo certo) playboy!


Porque o cara se acomodou, e ai a reciprocidade não houve no momento certo.

 
Com isso todo chego a seguinte conclusão, hoje em dia existe muito “arara macho” pra pouca “arara femea”. A situação se invertou, os valores mudaram e o que era certeza virou julgamento, e o que era julgamento, virou condenação. Não há como definir alguém por uma parcela do que essa pessoa é, portanto não caia nesse erro.


Òtima semana à todos!!!!


Abraços e Beijos


Alexandre Oliveira

É ai que quero chegar quando julgamos se alguém é namorável ou não. Por muitas vezes disse que uma mulher que foi amante de um cara nunca poderia esperar que ele namorasse com ela e fosse fiel, pois se ele fez isso com a outra, porque não faria com ela?!