sábado, 28 de janeiro de 2012

O preço da Liberdade

Olá meus queridos e queridas!!!!!!



O texto de hoje vem com um certo atraso eu sei, mas ele chegou mesmo depois de estar pronto na minha mente há quase 1 semana. Costumo dizer que estou sem tempo até para mim mesmo. Mas falemos sobre o tema de hoje: O PREÇO DA LIBERDADE.


“Para mim, liberdade, é o direito exercido de escolher o que eu quiser fazer na minha vida, a hora que eu quiser fazer, exceto na hora do trabalho é claro”


Ou seja, se eu quiser, ir a um sertanejo, eu vou! Se eu quiser ir a um pagode eu vou! Se eu quiser ir à casa do meu pai, eu vou! Se eu quiser comer lasanha, eu como! Ou seja o que eu quiser fazer no meu horário de folga eu faço, isso sim é liberdade.




Agora, qual o preço que temos que pagar por nossa liberdade? Um preço muito caro muitas vezes, visto que deixamos de fazer tantas coisas, das quais queremos em função de outras pessoas. Mas certamente, pagamos o maior dos preços quando namoramos, pois abdicamos de todas as opções de vida que temos, seja no trabalho, dos amigos ou de ficar com outras pessoas que nos interessam.


O preço da liberdade pode ser muito alto, e por isso talvez seja tão difícil nos dias de hoje, as pessoas se envolverem com uma pessoa durante muito tempo, e de fato estarem felizes com essa escolha. Afinal quantas coisas, deixamos de fazer quando namoramos???


Pela minha experiência observadora, creio que deixamos de fazer muitas coisas em função de um namoro, a primeira delas, é deixa o seu próprio eu de fora da relação para que não haja conflitos, e ambos possam viver em harmonia por bastante tempo. O segundo grande abandono da liberdade é o dos amigos, nos afastamos de maneira absurda, pois fica difícil conciliar a agenda de homens namorando com homens solteiros, ou no caso das mulheres, idem.




Fazemos isso por um amor tão singelo e louco, que não percebemos a borrada sendo executada, e nos anulamos de maneira tosca e sem sentindo, quando na verdade não devíamos pagar preço nenhum pela nossa liberdade, ela deveria coexistir com todo relacionamento, porém não é isso que acontece e acabamos num relacionamento, geralmente endividados conosco e com todos os que conhecemos, além da pessoa que nos relacionamos.


Ficar no débito não é legal, muito menos produtivo, assim creio que não devemos pagar esse preço, a liberdade não é para ser vendida e nem emprestada, muito menos dada a outra pessoa, ela no máximo pode ser compartilhada com pessoas que temos um baita bem querer, e assim por diante vivemos com a certeza de sermos os seres mais livres possíveis, pois sem a liberdade, nada somos!


Mas tem muita gente que pensa, imagina e sente como Alexandre Pires:


“O que é que eu vou fazer


Com essa tal liberdade


Se estou na solidão


Pensando em você


Eu nunca imaginei


Sentir tanta saudade


Meu coração não sabe


Como te esquecer"


Para essas pessoas, apenas viva da melhor maneira possível, mas preserve seus amigos e “essa tal liberdade”


Sem agredir a si mesmo e aos outros, assim o preço não existirá em época nenhuma e quem sabe, nunca mais fiquemos no débito com a vida. Na maioria dos casos curta, sinta e aproveita, já que a vida é uma só, e a liberdade é somente sua!!!


Liberdade é uma benção, não pague por ela!


Abraços


Alexandre Oliveira

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Quando não nos lembramos...


Sambistas do coração Bom dia!!!!!



O texto de hoje se trata de uma série de constatações feitas neste último fim de semana, ele fala sobre falta de memória, principalmente, da falta de memória das pessoas em função do consumo excessivo de álcool.


Eu começo este texto como uma frase de uma menina que eu ficava há mais de um ano atrás e que era super, master irritante, pois quando dizíamos algo a ela, que a mesma fez ou falou e ela não se recordava, ela disparava: “Se eu não lembro, eu não falei e também não fiz”.


Pois bem, quantas merdas fazemos ou falamos para os outros e dizemos que não nos lembramos??? Quantas vezes usamos isso como desculpa descarada para justificar nossos erros?? Creio que diversas vezes isso acontece com verdade, mas muitas vezes utilizamos isso como desculpa para nos isentar de erros cometidos, a desculpa de alguns se chama Vodka.


Concordo que após dois combos de vodka uma pessoa passa desse mundo para um outro melhor, ou muito pior dependendo da pessoa, e a sua consciência é enviada para o espaço sem qualquer previsão de volta, causando danos sérios a sua imagem e status. Sim, digo isso, pois já que a amnésia causada é irreversível, você é obrigado a acreditar na história contada por outras pessoas, é quase como se você não lembrasse da sua vida, e fosse ler um livro sobre você mesmo contado por uma outra pessoa. Patético é a palavra, pois do que valem os melhores momentos que vivemos na vida se não pudermos nos lembrar deles??? A grande graça da vida não é a memória das piadas que nos fazem rir de novo pela lembrança, do tombo que o amigo tomou, da mulher linda e incrível que você ficou, daquele mergulho revigorante na praia de Itaquá, das resenhas intermináveis com os amigos na academia?


Amigos, eu amo ter uma memória priveligiada, lembro de coisas do arco da velha, lembro de situações vividas por mim e amigos que fariam qualquer livro ter graça pela simples história. Ah!! Mas ai viriam os, “filosófos do copo”, que me diriam que esquecer da vida, às vezes é bom. E eu acho que não, isso porque se nos esquecemos do que e de quem nos fez sofrer, e com isso repetiremos o mesmo erro de novo, exatamente por não nos lembrar do quanto aquilo nos fez mal, e assim seguiremos mais um passo da vida, com uma dor repetida e sem motivo.


E outra coisa, já que não nos lembramos de um fato importante, de uma noitada histórica, se dizem que você se tornou uma outra pessoa enquanto bêbado, e que pegou um traveco, como discordar, visto que não lembra de nada né Fenômeno?!




As Sambadinhas do Ale então informam que não são contra o álcool, mas sim ao esquecimento que ele provoca, beber com moderação é tudo na vida, beba até o ponto que continua sendo você quem vai curtir e não uma outra pessoa curtindo da sua cara.


Para deixar essa discussão um pouco mais apimentada e trazer a tona esquecimentos clássicos de relacionamento, pergunto aos leitores, vocês lembram o nome de todas as pessoas que ficaram na vida???


Hum, foi o que pensei! Vocês não lembram! Gente, se ficamos com alguém pra curtir um momento e tornar ele um momento diferente e especial, porque não nos lembramos de quem ficamos?


É porque talvez, o ficar e beijar na boca tenha se tornado tão comum que nenhuma pessoa dá o devido valor a quem beija, pois a troca de saliva é o que vale, e o papo com quem ficou, se torna desnecessário. Causando assim um esquecimento elevado pela repugnância do ser ficante. Daí o esquecimento clássico, pois se foi importante, tu não esqueceria.


A não ser é claro, que o álcool tivesse envolvido, pois quando uma garota ou para as garotas, um garoto, causa reações de uma química incontestável no seu corpo, não conseguimos esquecer, e não estou falando necessariamente de amor, mas pode ser esse tal de Romance também, que nos envolve, nos perde na história e nos faz perder a noção de certo ou errado.


“Os nossos erros não justificam os dos outros”


Autor desconhecido


Boa Semana e Abraços


Alexandre Oliveira


domingo, 8 de janeiro de 2012

Murro em ponta de faca

Depois de um fim de semana inteiro pensando no tema de hoje, achei que deveria escrevê-lo, mesmo que fosse as 2:17 da manhã de segunda pra domingo, e o conclui em 40 minutos. Assim desta forma singela e meio louca com uma dose de balada louca, um sonho longo e uma noite de insônia eis que surge: Murro em ponta de faca.
Definição: “Quando insistimos em algo que sabemos que não vai dar certo”
                                                                       Autor: Sambadinhas do Ale
E quantas vezes na vida insistimos em algo que sabemos que vai dar errado? Para dar um exemplo, eu quando pequeno, minha mãe dizia para fazer coisas que ela julgava certas, pois já havia passado por aquilo e não queria que eu repetisse os mesmos erros, e dizia mais “quando você for mais velho, vai entender”. Deus sabe o como é difícil reconhecer isto, mas tenho que dar ao braço a torcer, e dizer que a dona Maria estava certa. Depois de refletir sobre o que sabemos e o quanto observamos, pensei em algumas situações, exemplo:
Sabemos que não podemos gastar mais do que ganhamos, e o que acabamos fazendo? Gastando mais do que podemos! Sabemos que não podemos pegar chuva porque podemos ficar resfriados, e o que fazemos? Tomamos chuva! Sabemos que podemos nos decepcionar com as pessoas, e o que fazemos? Nós confiamos! Sabemos que é contra o meio ambiente jogar lixo na rua, e o que fazemos? Jogamos! Sabemos que o melhor é comer verduras e legumes e o que fazemos? Comemos fritas! Sabemos que não devemos gostar de quem não gosta da gente, e o que fazemos? Gostamos! E por ai vai.


Às vezes é tão difícil fazer o óbvio, pensar em todas as variáveis de um momento, ou mesmo a médio e longo prazo, sempre nos consome tanto que acabamos esquecendo do presente! O presente é que vai fazer do nosso futuro uma coisa melhor ou pior e insistir no que dá errado, não creio que seja a melhor escolha, afinal podemos sempre saber onde está o erro, mas nunca encontrar onde está o certo.
Aprendi uma coisa com meu pai que não sei se é realmente o certo, mas tem funcionado pra mim. “Se algo não dá certo, não persista no erro, pois mesmo que não se veja o caminho certo, continuar no errado não me parece bom, mesmo que por ora fique sem nada, no futuro o caminho certo lhe aparecerá”. Com essa sabedoria, parei de dar alguns murros, e quando uma garota pisava muito na bola eu partia pra outra sem medo, e assim o fiz por diversas vezes.
Trazendo para o ambiente dos relacionamentos, se uma garota é uma barraqueira de marca maior e vive provocando escândalos, por mais que o cara goste, não há como prosseguir com esse relacionamento, uma hora “vai dar merda”. Se você gata, quer namorar e gosta de um cara que quer todas as garotas mesmo podendo ter só você, melhor ficar sozinha do que colar com um que não lhe agrada, ou se está decidida que quer namorar, não adianta insistir no galinha oras. Se você parceiro, quer namorar, ama sua namorada e pode viver isso, não olhe para as outras por mais que seja seu instinto. Se você rapaz, está com uma mulher que não ama, e vive casado há anos, e não está satisfeito, procure a felicidade, mesmo que seja só, afinal uma hora ela vai aparecer. Resumindo turma: Não adianta dar murro em ponta de faca!
 “Antes só do que mal acompanhado”
                                Autor Desconnhecido
Dar muro em ponto de faca, significa insistir em algo que lhe machuca e que não lhe faz bem, logo a sua vida não anda, não prossegue devido a esses machucados contínuos e diários.
 Concluo assim que tu não esta vivendo teu presente da maneira mais plena e feliz, pois está apegado(a), a uma pseudo-felicidade, que não é plena e muito menos será futura. Isto porque não lhe trará paz de espiríto e uma felicidade real. E cá entre nós, essa coisa de murro em ponta de faca, dá muita dor, e o sofrimento é opcional!
E você ai do outro lado da tela vai viver, ou vai continuar a dar murro em ponta de faca?????
#ficaadica
Boa semana!!!
Alexandre Oliveira

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Patinhos Feios

Olá amigos e sambistas de plantão!!!!!


O texto de hoje tem muito a ver com o que se tornou este blog, e mais ainda com a fonte de muitas das minhas idéias para este blog. A resenha da academia, isso mesmo, lá rola tantos papos bacanas que muitos nem imaginariam, isso ai, lá temos pessoas de quase todas as idades e visões de mundo bem interessantes ou não também. É de uma dessas resenhas que veio a idéia de refletir sobre os patinhos feios da época de colégio.

Então, nos coloquemos de novo na época do segundo grau, e nos lembremos de como todos eram nessa época. Pois bem após esse miniflashback básico, que todos tiveram nesse momentos, vamos focar em um personagem que era de praxe no colégio e que podia até ser você, e certamente foi eu também: o Patinho Feio.



O patinho feio era aquele ser humano, sendo homem ou mulher que não era popular, que não tinha atenção voltado para si por coisas boas, a não ser para serem zoados por suas dificuldades, uma delas o romantismo clássico dos patinhos feios, aquela carta escrita com poemas que ele mesmo escreveu, ou que foram roubados de um livro comprado na bienal do livro do Rio de Janeiro. E rasgados na sua frente pela amada, após uma assinatura de príncipe do amor, pela sua falta de coragem de chegar na gata, devido a sua timidez característica de patinho feio.

O patinho feio andava sempre mal arrumado, a beleza não era seu forte, e a inteligência essa sim era seu forte, sua perspicácia e observação os levaram a modificar o seu ser e a pensar que se não mudassem a sua maneira de ser não só o colégio, mas outros lugares também não os aceitariam.

Nos esportes estes patinhos eram uma negação, e eram renegados ao ostracismo do banco da quadra do colégio e nas eleições de representante de turma eram renegados as burras lindas e populares da escola. Mas isso não era um fato que os chegava a incomodar, já que estes patinhos tinham pelo menos um amigo verdadeiro que brigava por ele nos momentos que a situação apertava. No caso das patinhas, elas ficavam atrás de óculos, geralmente, com medo de aparecer e com uma beleza incomensurável a revelar, esperando apenas o momento que um bravo a descobrisse.

Hoje em Dia

Nos dias de hoje estes patinhos feitos ou patinhas, são pessoas bonitas bem arrumadas, inteligentes, de bem com a vida e nos relacionamentos a popularidade é o seu forte ou não. E os burros e burras, gatos e gatas do colégio, em geral ficaram gordos e gordas e amargam o ostracismo da falta de popularidade não pela falta de beleza, mas pelo que deixam a desejar num papo cabeça ou simplesmente por pura falta de talento.

Talento esse adquirido por patinhos feios após anos de ruína e aprendizado que os fizeram perceber o quão vale o que se tem dentro do coração e o que se aprende durante a vida, que se aprofunda em papos de esquinas, academias e fazem com que pessoas evoluam e reflitam sobre o que de fato valem a pena e assim façam melhor suas escolhas.

No fim é possível pensar que talvez todos nós tenhamos sido um pouco patinhos feios, mas sem dúvidas os clássicos serão reconhecidos após esta nobre reflexão das Sambadinhas do Ale.

“Virar Cisne nunca foi fácil, imagina viver como um patinho a espera do inesperável”

Autor desconhecido

Alexandre Oliveira

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Romances de Verão

Olá Sambistas dos relacionamentos!!!!! Hehe

"Tá Chegando o verão, o calor no coração, essa magia colorida, são coisas da vida"
                                                                           Marina Lima




O texto de hoje foi uma verdadeira saga, passei o final de semana pensando sobre o que escreveria, afinal, conversei com pessoas que não costumo conversar sempre, tive opiniões femininas tão distintas e ao mesmo tempo tão parecidas, tal a complexidade dos seres humanos. O texto de número 35 de 2011, não poderia ser qualquer um.


Daí na noite de segunda-feira me vem a mente o texto final de 2011: Romances de Verão. E quem nunca teve um não é verdade?!


“Eu sei, amor de praia não sobe a serra, que o verão acabou já era, mas eu sou louco por você, só penso em você”


                                                                 JAMIL E UMA NOITES






Há exatos 15 anos atrás me lembro do meu primeiro romance de verão, uma prima distante que passava as férias de colégio lá em casa, e assim ela passou umas 3 férias de verão lá em casa, na primeira, meu irmão apareceu na hora que rolou o clima e atrapalhou meu 1° beijo, e sabe como é criança, quando gosta de uma menina, fica implicando com a mesma dizendo que ela tem perna fina, cabelo enrolado e por ai vai, mas na verdade gosta dela. Engraçado essa controvérsia do romance infantil. Alguns anos depois o empata da vez foi meu primo, que ficava se exibindo no jogo de buraco e chamando a atenção pra ele, e sabe como é criança, elas dão mais atenção, a quem chama mais atenção. Assim em 2000 foi-se meu primeiro romance de verão.


Aliás quantos romances de verão acontecem todos os anos, e quantos de fato dão certo. Mas opa, que história é essa que não deu certo, pois se ele foi vivido e aproveitado por ambas as partes, mas acabou pelas circunstâncias da vida, ele deu certo sim e muito não é?!


Há amores de verão de diversos tipos:


Existem aqueles que começam numa praia com uma troca de olhares e um jogo de frescobol,


Existem aqueles que surgem numa reunião de grupos distintos na praia.


Existem aqueles que surgem numa balada de verão, numa festa praia da vida.


Existem aqueles de Ano Novo, que você acredita ser um sinal de Deus.


Existem aqueles que rolam na rua de casa com uma vizinha ou prima do vizinho que está de férias.


Existem aqueles de férias de criança como eu tive, ao som de hits de Sandy e Junior que eu adorava, Ana Júlia dos Los Hermanos e Só Love do Claudinho e Buchecha.


Existem aqueles romances que começaram no inverno, mas que no verão seu coração acelera mais .


E por fim existem aqueles romances clássicos no fim do verão, ou seja no Carnaval. A maioria desses não sobem a serra mesmo, e morrem na quarta-feira de cinzas como começou na sexta de carnaval. Mas lembro que existem suas exceções, já vi algumas por ai.


No fim das contas temos diversos romances de verão, e cada um começa de uma forma e termina de um jeito ou continua, de qualquer forma se você já não vive um romance de inverno ou primavera que continuou, aproveite, pois o verão 2012 está no seu inicío e muitas praias e céu azuis, teremos ainda pela frente.


As lembranças do verão......quem tiver alguma para contar, comente!!!!


E até 2012, e que no novo ano estejamos juntos, e com todos lendo as Sambadinhas do Ale!!!


Abraços e Beijos


Alexandre Oliveira

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Gente 100 Noção


O texto de hoje foi escrito a pedidos de leitores das Sambadinhas, o que me alegra muito, visto que estes entendem o propósito reflexivo deste blog. Este é o penúltimo texto de 2011. E dedico ele a todas as “malas” que passaram em nossas vidas, e que no meu caso tive o prazer de me livrar. Aliás façam o mesmo, pois causa uma leveza sem tamanho. Mas vamos ao que interessa!


Já repararam o tanto de pessoas que passam em nossas vidas agem de maneira leviana, como se o mundo que está sendo vivido não fosse o mesmo dela, e tomam atitudes e falam coisas que não condizem com o que está rolando, para estas pessoas damos o nome de “sem noção”.



Antes de destacar exemplos de pessoas sem noção, queria destacar, que eu Alexandre Oliveira sou um exemplo de pessoa “sem noção”, afinal, me recordo de várias frases sem sentido que soltei em diversas conversas ou de momentos que poderia ter parado de falar, porque já estava bom parar ali sem desagradar a quem envolta estava. Faço apenas uma observação a mim mesmo, eu sou surdo de um ouvido e tenho problemas de coordenação motora cientificamente, comprovados.

Dadas às devidas explicações podemos destacar vários tipos de pessoas sem noção: as que bebem demais e acham que por estar bêbado tudo é justificável, as que acham que ninguém a está ouvindo falar alto, as que contam piadas em momentos inapropriados , as que dão conselhos sem que a pessoa peça, as mulheres que engravidam para prender um homem, aos homens que acham que podem transar com qualquer uma sem ter um filho, as mulheres que acham que pensar é escolher o melhor vestido para uma noite.



Entretanto existem 5 tipos de sem noção que irritam profundamente:

- O cara que acha que é seu amigo e fica sempre puxando assunto e te adicionando no facebook 10 vezes depois de você recusar.

- O cara que acha que não importa quem fica com quem, mulher é tudo igual e o importante é todos pegaram alguém.

- A mulher que vai as 5 da manhã na porta do ex-namorado pós noitada, implorar pra que ele a veja. Depois de pegar 9 numa mesma noite.

- A pessoa que namora sozinha, só ela liga, só ela presenteia, só ela envia uma sms, só ela quer ver, só ela lembra há quantos dias estão juntos. Esse tipo é o que mais me assusta.

- E o tipo mais louco, o daquela pessoa que acha que o mundo está contra ela, que fala pra namorada de um amigo que ele pegou uma amiga dela antes deles namorarem, e coloca a culpa nos problemas da vida, que acha que vizinhos a perseguem, que acha que conhece uma pessoa hoje e pode mandar uma sms as 2 da manhã a chamando pra sair numa terça-feira, que conhece uma pessoa hoje e ela já é sua melhor amiga de anos.

Puxa!! Não nos esqueçamos, de outros “sem noção secundários”: os malas que ouvem música alta no ônibus podendo usar um fone, eles usam o alto falante geralmente colocando um funk pancado, aqueles que sempre contam as mesmas histórias, aquelas que se mudam pra casa do namorado e acha que todos a amam, aquela sogra mala que sempre proíbe a filha de sair de noite com o namorado, com medo da filha transar com ele(Pelo amor de Deus, se ela resolver dar, ela vai dar as 13hs de uma segunda-feira), os caras que só falam com um “amigo” se ele estiver com outra mulher e por ai vai.

O que todos pensamos é que no fim, quase todos nós temos um pouco de falta de noção, porém algumas pessoas são providas em quase 100% dessa falta. Vamos ajudar as pessoas que ainda tem jeito, e as que não tem e que de fato beiram a loucura. Recomece, aproveite o 2012 que começa e largue no caminho as malas de 2007, 08, 09, 10, 11....!

Largar malas é uma sabedoria, te desestressa, coloca no eixo e te dá poder, coisa que o F... não faz!!!! Lembrem disso!!!!

Semana que vem o último texto das Sambadinhas do Ale em 2011, leiam!!!

Boa semana turma!!!!!!

Alexandre Oliveira

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O Escudo da Mentira

"Quer que eu te conte uma mentira e te faça feliz, ou te conto a verdade e te deixo chorando"
                                                                                                               
                                                                                                                     MC PIERRE


O assunto de hoje é direto e prático, mas vale uma verdade doída ou uma mentira salvadora?

Então, dizer a verdade é uma regra básica que todos nesse mundo deveriam respeitar e eu como bom seguidor o fiz e faço por diversas vezes, é óbvio que ninguém diz a verdade 100% das vezes e tem gente que o faz sem o perceber de maneira a criticar sem olhar a si mesmo. O tamanho da mentira não importa, pois mentira é mentira em qualquer circunstância, época, tempo e lugar, não dá pra julgar qual está menos errada.

Com esse parecer seguimos nossas reflexões sobre o tema imaginando uma série de situações nas quais mentiríamos, e na série de situações que a mentira de fato fosse necessária. Me lembro das vezes que menti pra minha mãe dizendo que eu não tinha quebrado um copo, esquecido de dar descarga ou algo parecido. E me sinto ridículo ao pensar que não havia motivo para inventar tais histórias.



Entretanto analisando estas situações me recordo que meu maior medo na vida era o de tomar um “esporro”, eu chorava ainda antes dá bronca só pra não ter que leva-la, mas mesmo assim a recebia com palavras como as do meu irmão: “Se você chorar eu te bato”, aliás meu irmão mais velho me provoca calafrios até hoje, tenho um baita medo dele toda vez que a situação esquenta.

De qualquer maneira, são mentiras aparentemente bobas que nos levam a outras mais desnecessárias ainda, já que a verdade gera confiança por mais absurda que seja a história e a mentira corrói todo o laço de credibilidade criado até ali, e depois meu irmão, pra reconquistar é complicado, depende muito da fé das outras pessoas nas suas mudanças.

Eu passei por isso em casa, de tantas histórias contadas, perdi a credibilidade e tive que me afogar num mar de reflexões e demonstrações de respeito e pró-atividade para readquirir a mesma, meu irmão do meio é uma prova disso, se existe uma pessoa que parecia que não acreditava em mim era ele, hoje vejo em seus olhos o tanto de confiança que ele tem por mim. Isso é ótimo.

"Mentiras sinceras me interessam"
                 
                                         CAZUZA

Agora falando dos relacionamentos, a mentira é gerada a partir do momento que há uma pressão pela verdade. E minha gente, sob pressão as pessoas dizem qualquer coisa para não gerar guerra, portanto se quer ouvir a verdade, não gere pressão, deixe o clima leve para que a verdade venha com naturalidade, sem que tenha que procurar. Afinal a verdade sempre é a melhor das histórias.

Contudo de uma maneira geral a verdade também causa dor, e muitos amantes protegem seus amores da verdade contando-as mentiras para que a mesma não se sinta inferiorizada e envergonhada. Porém se analisarmos bem, a melhor parte da história é não fazer nada que a faça se magoar desde o início, assim não terá de haver “falsa proteção” no futuro. E o amor pode existir sem mágoas, e caso elas aconteçam, continue vivendo, sobrevivendo e as supere, pois ser feliz vale muito a pena e lembre que não a nada mais triste do que o olhar de mágoa causada por você mesmo nos olhos de quem se adora.

Alexandre Oliveira