quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Ser OU Não Ser: "STAND BY DE ALGUÉM"

Por muitas vezes na vida reclamamos tanto, reclamamos do trânsito, do tempo de espera para comer, para entrar numa balada, reclamamos da pentelhação das pessoas que tiram nossa privacidade, e atualmente a reclamação da moda é o calor infernal e a Infraestrutura Brasileira que está uma merda, e só nos perguntamos, imagina na copa?!  No entanto o texto de hoje gira em torno de uma reclamação recorrente nos relacionamentos em geral, que é a de ser a segunda opção para alguém ou quando somos largados de mão, em detrimento a tantas outras coisas que as outras pessoas que queremos nos relacionar nos fazem.
Costumamos mesmo é reclamar, dizendo que a pessoa não nos merece, pois fazemos tudo por ela e ela caga para a nossa atenção, a questão é que agimos como se fossemos perfeitos em todos os relacionamentos e será que não agimos da mesma forma com outras pessoas?! Vamos a um estudo de caso:

Um amiga, começou a encher o saco dizendo que ninguém a queria, que seu sonho era namorar e ela não encontrava ninguém que tivesse características para tal compromisso, e mais, reclamava que o cara que ela queria, não estava dando a atenção devida e que ela estava dando muita atenção pra ele e nada de ser correspondida. E pra ela, era duro dar tanta atenção, enviar sms, ligar, chamar para sair e nada de ser correspondida. Daí conheci o cara em questão e descobri o óbvio, ele a tratava como segunda opção, pois era apaixonado por uma outra menina que sempre quando a tal menina furava, ele então ligava para minha amiga, e ela, é claro sempre topava sair com ele e estava a disposição do dito cara. O engraçado, é que o cara depois de se tornar meu amigo, reclamava que a menina que ele era apaixonado não dava atenção e não retribuía o carinho que ele a dava. O agora meu amigo dizia que não merecia isso, pois fazia tudo “certinho” para ela, e que era um cara pra casar. O caso é, que minha amiga dizia a mesma coisa que ele, que não merecia pois era toda “certinha e blá blá”. O fato é que ela também tinha um stand By, um cara que ela sempre ligava quando o meu agora “amigo” furava com ela.



O que estou dizendo com isso tudo? O cara pálida, quem é você para falar dos outros o que você mesmo faz igual? E digo mais, toda solteira(o) presente neste mundo é 1° opção de alguém, e ao mesmo tempo também é stand by de alguém, e ao mesmo tempo também tem o seu stand by e sua primeira opção, e assim o ciclo vicioso continua. Então pare de reclamar que é segunda opção de alguém, pois você tem algumas opções, ou sai fora e esquece essa pessoa num limbo de pensamentos(Essa opção é difícil, porém não impossível, com a ajuda dos amigos e principalmente a presença deles fica até fácil de assimilar), ou aceite a sua condição de segunda opção e viva da melhor forma possível(Essa opção é bem cachorra, mas quem já não foi um pouco cachorra ou cachorro nessa vida?! No entanto, na minha humilde opinião essa opção mexe muito com nosso ego, pois o coloca debaixo do nosso orgulho próprio, e colocar o ego debaixo do orgulho para algo que não te acrescente pode ser muito danoso a sua própria personalidade).
Na melhor das hipóteses parta para uma terceira opção largue seu stand by se concentre na pessoa que você sente que é a certa pra você, ou espere a pessoa ideal aparecer em sua vida(Essa terceira opção é bem difícil, pois ela eleva a carência a enésima potência, e pode ser bem perigoso, no entanto se você puder escolher, escolha essa pois acho que é a mais correta).

No fim das contas com tantas opções, lembre que a opção é sempre nossa, reclamar é bom pra descarregar de vez em quando, usar redes sociais pra isso é bom uma vez por mês, agora todos os dias é assinar um atestado de “chata(o) mor”, e quem bate palma pra maluco dançar é tão maluco quando o próprio maluco. E quem escolher bater ou não bater palma, dançar ou não dançar a dança, é você. Pense nisso!

Ótimo fim de semana à todos!!

Abraços e Beijos


Alexandre Oliveira

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Bocas e Lábos Pequenos Não Se Combinam


Quando fiquei de férias das Sambadinhas do Ale, não pensei muito sobre o que ia escrever quando voltasse. Na verdade, sempre que dou essas paradas, fico na dúvida até se voltarei a escrever e o porque este blog existe, ai vem uma idéia que bate, martela e acaba sendo descrita em um texto. Normalmente minhas idéias surgem em resenhas com amigos. O texto de hoje surgiu de uma dessas resenhas, de uma maneira um pouco engraçada, mas veio.  Seria até o primeiro texto do ano, mas surgiu a idéia da semana passada e quem leu, viu no que deu, mas vamos a história que precede a idéia:

Num determinado dia de 2010, reunimos o “elenco fabuloso” para uma daquelas baladas regadas a muita dança e descontração, e naquela noite eu queria ficar com uma determinada menina, e a menina pelo que soube depois, também queria. Mas por um desses empatadores do destino, acabamos não ficando, no entanto a vontade era grande, por algum motivo um atraía muito ao outro, e num determinado dia, meses depois fomos a praia, e entre uma conversa e outra, surgiu o assunto do dia que um queria o outro e vice-versa, o fato é que corrigimos o “erro” do destino e ficamos.

Moral da história? O beijo foi uma merda, mas uma merda mesmo, não encaixou, não teve química, era uma daquelas coisas que podiam não ter acontecido, pois não acrescentaram nada em nossas vidas. Óbvio, que não ficamos mais né! Mas nos tornamos amigos, por uma dessas coisas que o destino não prevê, afinal pessoais legais são pra somar, e a amizade esta ai pra provar tal afirmação, não é porque o beijo não encaixou que não possa existir amizade.

Daí, no fim do ano de 2013, fui a Argentina visitar minhas irmãs, e quando voltei, fui ao centro de Niterói comer alguma coisa, e eis que na calçada encontro a dita amiga, não que não tenhamos nos encontrado nesses 3 anos, sim, nos encontramos muitas vezes, até saímos juntos e tudo, mas por algum motivo o assunto nosso beijo passado surgiu, e a sinceridade aflorou de tal forma, que fez com que os dois admitissem um ao outro que tinha mesmo sido uma merda.

Nesse momento fui tentar explicar o porque de não ter dado certo, e me apoiei em uma teoria de bocas que criei há uns anos: “Duas bocas pequenas não podem ocupar o mesmo lugar no espaço”.

Explico, se você tem uma boca pequena e lábios pequenos, você NUNCA pode beijar uma pessoa com as mesmas características de lábios e boca, pois é certo que o beijo não vai encaixar. Veja bem, uma pessoa que tenha os lábios medianos ou mais carnudos vai encaixar com quase todo tipo de boca, é como se ela tivesse com o que compensar a falta de pegada labial entende?!

Entretanto, se você tem o lábio pequeno, mas a boca é grande, ai a habilidade tem que ser de samurai, logo se anime pois você tem jeito. Agora lábios pequenos, boca pequena, nesse caso só vai encaixar numa boca de médio-carnuda pra cima.
Só pra vocês entenderem, eu tenho a boca pequena e a tal menina também, por esse motivo o beijo não encaixou, já que nesses moldes não há habilidade que dê jeito. Logo se você tem boca e lábios pequenos não arrisque beijar alguém com as mesmas características, pois vai dar zebra. Se você tem lábios pequenos e boca grande, prefira sempre os lábios de médio pra grande, e pode ser que dê certo com uma pessoa de mesmas características, nesse caso depende muito da habilidade de ambos.. E no caso de quem tem boca carnuda, relaxe e não fique preocupada(o) com habilidades, pois você já foi abençoada(o), por papai do céu, e invariavelmente seu beijo será bom com todos os tipos.

Portanto nunca  arrisque numa boca pequena e lábio pequeno se você TEM BOCAS E LÁBIOS PEQUENOS!

Já parou pra prestar atenção nos tipos de bocas que vocês já beijaram , andam beijando ou querem beijar? Se não parou, pare um tempo e reflita sobre o assunto e compare com o que eu disse, garanto que no mínimo dará boas risadas, isso se não encontrar a boca certa pra você nesse emaranhado de reflexões.

Obrigado por acessar as Sambadinhas do Ale e um ótimo fim de semana pra você que leu este texto até o fim!

Beijos e Abraços


Alexndre Oliveira

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Um Nariz Que Tem Charme

Um Feliz 2014 a quem lê a volta das Sambadinhas do Ale em seu 6° ano de existência, e que estejamos juntos por aqui por pelo menos mais 4 anos...rs.

Agora iniciemos os trabalhos do novo ano.....

O que mais te chama atenção quando você olha o rosto de alguém? Olhos, boca, sorriso?

Bem, eu em várias conversas sempre disse que adoro uma mulher que tem um sorriso que brilha junto com o os olhos, mas há um tempo venho reparando uma característica do rosto feminino que acho bem charmosa, o nariz.

Há anos atrás uma amiga me disse que a ela, encantava uma nareba bem arrebitada, uma nareba de respeito mesmo, uma nareba que faz juz ao ser humano, para ela o charme dessa nareba, era sem explicação, e um nariz que ela sempre destacava era de um ator chamado Adrien Brody, que fez o filme: o pianista. Segue a foto abaixo do ditocujo:



Mas na minha cabeça isso era muito estranho, só que parei a reparar os narizes de algumas mulheres que conheço, e vi um charme neles, sabe aquele nariz que de frente não parece tão bonito, mas que quando vira um pouco de lado, o perfil exala um charme não antes percebido, é desse tipo de nariz que estou falando.

E digo mais, toda mulher que tem esse nariz arrebitado pra frente, tem também um sorrisão de tirar qualquer um do sério, e olha que coincidência, as mulheres que tem o nariz arrebitado e o sorrisão, geralmente tem olhos brilhando, olhos de quem quer fazer acontecer na vida, olhos de quem tem paixão pelo que faz e a exerce.

Deixo claro que não estou falando do nariz grande de batatinha não, desse nariz não sou fã, ele não tem charme nenhum, o que não quer dizer que mesmo com ele, a mulher não possa ser bonita. Na verdade pode e muito, mas ai depende muito mais de outros conjuntos, quer ver um exemplo de uma mulher que tem nariz de batatinha, e no entanto é linda? Minha mãe, por exemplo. Tá duvidando? Então olha a foto da gata ai embaixo:



Uma nariz reto arrebitado ou com um corte pro lado de leve, tem muito charme também. Analise, perceba e se encante, tem ali muito mais do que charme, mas uma nova forma de ver a beleza, e pra quem tem outros tipos de nariz, busquemos seu charme em outros pontos do seu rosto, ou do seu jeito de ser. E se não achar, fazer o que, nem todos tem um charme na essência, mas podem ter um jeito muito especial de ser.

Ótimo fim de semana para todos!!!!

“Sejamos Felizes, pois a felicidade não tem preço”


Beijos e Abraços  

Alexandre Oliveira

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O Legado De Um Relacionamento

Há anos um amigo me ensinou umas das principais lições que pude aprender sobre um relacionamento. Ele me disse que quando se namora uma pessoa: “você namora também com a família dela”.

 Engraçado lembrar disso, pois apesar de eu sempre falar dessa lição, esta semana me lembrei o exato lugar onde eu estava quando a ouvi, o mais engraçado mesmo é que na época que a ouvi, não fui nem um pouco capaz de aplicá-la a minha realidade da época, mas meio que involuntariamente já a havia aplicado devido a momentos dos quais eu mesmo já havia esquecido.

O fato é que quando estamos fissurados e apaixonados por alguém, tudo que essa pessoa se importa ou faz, passa a ter relevância para nós, mas quando já estamos no relacionamento, a não ser que já tenhamos aquela veia de “pessoa família”, fica muito difícil participar do convívio familiar e se tornar uma pessoa importante dentro de uma família que não é a sua. E porque isso é importante? Bem, vamos usar uma história como exemplo:

O amigo em questão se envolveu com uma garota no alto dos seus 21 anos, na época goleiro do time de várzea de seu bairro, o cara era o garanhão, o número de garotas em sua volta era de dar inveja a qualquer um de sua turma. Sua inteligência e facilidade para fazer amigos era notável,  até que se viu apaixonado pela moçoila após receber versos de uma música do Kid Abelha que dizia: “você me tem fácil demais, mas não parece capaz, de cuidar do que possui...”. Daí pra frente a história atropelou o próprio romance, e a apaixonada menina ficou grávida, e o garanhão assumiu suas responsabilidades na época e se casou com a menina. Abandonando muitos sonhos e criando novas prioridades, o ex-garanhão, a cada ano se unia mais a família de sua amada, construiu uma casa no quintal de seus sogros e lá moraram por 16 felizes e também conturbados anos, assim se tornou um filho para os pais da menina, que agora se tornara mulher. Após 16 anos, ela se separa dele, e enterrado em suas próprias escolhas e acomodações ambos dão uma grande virada em suas vidas, uma se casando de novo, e ele virando um garanhão de meia idade.

O fato é que mesmo após a separação os pais dela ainda sim, ficam apegados ao ex-genro, sonhando que um dia sua filha reate com o cara mais querido por eles. Hoje o laço que une meu amigo e sua “ex-familia”, se tornou muito maior do que os netos que deu a eles, ou ao tempo que passaram juntos. O laço que os une, é de um afeto que não dá para ser medido, um carinho tão grande que hoje ninguém sabe ao certo por qual motivo ele existe. A única certeza que tenho é que o legado que ficou desse relacionamento,  foi a família dela!

Em um relacionamento dependendo do quão intenso ele foi, não é possível se esquecer das pessoas que fizeram parte dele, pessoas que ficam, e um carinho que acabou existindo da maneira mais natural do mundo, um carinho que não poderá ser comprado pelo novo “genro”. Aliás que maravilha não ser “superado” pelo atual genro, acho que esse deve ser o sonho de qualquer ex-genro(os que tomaram um pé na bunda, é claro).

Ps: O nobre blogueiro esclarece, que tomou 3 pés na bunda oficiais, e que foi superado por todos os atuais genros, mas ficou com um legado que muito o orgulha do seu primeiro relacionamento, mas que infelizmente o atual genro, conseguiu em apenas uma visita superá-lo(o ódio e a inveja fica aqui registrado, até porque o cara é irritantemente muito mais bonito, falo isso até porque essa porra de inveja branca é viadagem).

Por isso, por essa história as Sambadinhas do Ale se despedem de 2013, afirmando que o legado de um relacionamento é a família que se ganha com ele, os irmãos, avós, tios e ”novos pais”, o que fica é o carinho que surgiu pela simples empatia do que foi feito durante todo um relacionamento. Um carinho que seu ex, ou sua ex esqueceu, mas que a família dele ou dela nunca mais vai deixar de ter.

Desejo à todos um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo!!!!!

Após as minhas férias estarei de volta com mais histórias e teorias de verdades que podem ou não ter algum sentido pra sua vida! Enquanto o blog estará de férias, serão lançados dois vídeos onde o nobre blogueiro participa como ator no canal youtube.com/atordoadooficial . Fiquem ligados, dêem muitas risadas e até a volta!!!!

Abraços e Beijos

Alexandre Oliveira

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

NÃO EXISTEM MAIS HOMENS FOFOS


Um ótimo dia para você que inicia a leitura do texto de hoje do blogueiro mais odiado de Niterói.

Hoje, ousarei meter a minha colher numa discussão, que é muito comum entre as mulheres, aquela tradicional conversa que afirma que não existem mais homens decentes e hoje vamos discutir, o nível de diferença que há entre o ideal fofo e o ideal canalha, trazendo a tona a confusão que em geral as mulheres causam.

Há quase 10 anos, fui chamado pela primeira vez por uma palavra que muito uso aqui no blog: Fofo. A pessoa que me chamou pela primeira vez deste adjetivo foi minha primeira sogra, e logo depois passou a ser muito usada pela minha primeira namorada, através dos anos fui diversas vezes taxado de fofo, termo que na época era muito bem aplicado, já que eu de fato era uma graça de pessoa, um anjo de menino, o garoto que todas as mães queriam como genro.

Não quero dizer com isso que deixei de ser o que fui taxado de ser, apenas digo que o termo pode ser mal aplicado a mim ou a qualquer homem dependendo do que ele é, mas acima de tudo de como ele trata as mulheres que se relaciona.

Canso de ver aos montes, mulheres chamando canalhas de fofo, daí me confundi. Me confundi, porque para mim o termo significava um cara romântico, educado, que trata suas mulheres como ladies, nunca como cachorras e que as sogras tenham ele como um ser abençoado, um anjo que caiu do céu para fazer suas filhas felizes. No passado esse termo também era usado para definir os gordinhos, que educadamente eram chamados de fofos. Termo também utilizado para definir pessoas ou objetos que de tão lindos davam vontade de apertar, tipo como a Felicia do desenho, essas pessoas/objetos, eram taxados assim como fofos, devido a vontade que davam nos outros de ter um momento “Felicia”.

Isso era o que pensávamos, mas hoje o termo passou a ser mal aplicado. Vejo amigos, pilantras, que enganam, mentem, usam sua cara de pau para manipular as mulheres, com elas fazendo papel de completas idiotas e mesmo com as mesmas sabendo de tudo  ainda sim, dizem: “ele é muito fofo”.

Se o cara não se enquadra na função de cara ideal para se casar, nem o genro ideal que sua mãe sonhou, porque chamar o cara de fofo? Porque ele dá vontade de apertar? Porque ele é gordinho?

Em alguns casos essa taxação pode ter algum sentido, um dos quais escrevi acima, mas eu como presidente, escritor, editor e consultor das Sambadinhas do Ale lanço uma teoria sobre isso:

Uma mulher chama um cara de fofo  apenas por ele ser educado e bonitinho, o termo perdeu a sua completude inicial, porque as mulheres simplesmente perderam a confiança nos homens, perderam a admiração que tinham pelos caras ideais, pois como eles não existem mais, então passam a não ter motivos para adequar o termo apenas para o príncipe encantado, assim passam a se conformar com as mínimas características da fofura masculina, e assim perdem totalmente o sentido quando chamam um cara assim. Quando na realidade quem perdeu o sentido foram nós homens, e o desejo  de independência que as mulheres tem hoje, causando a batida do tico e teco dos homens, que passam a não saber como serem melhores, e as mulheres desconfiadas passam a agir como “qualquer uma”, perdendo sua feminilidade e o seu senso critíco, misturando os verdadeiros, com os falsos fofos, os colocando assim na mesma panela para sua louca escolha.

Com isso tudo a confusão está ai, ninguém sabe mais quem é quem, e cada um se vê de uma maneira, o que não dá é se fazer de coitado para ganhar pontos quando todos sabem o que você é. E nem querer destrinchar e atacar pessoas só porque você se acha verdadeiro, quando não está sendo em seu discurso de fofo master. Isso vale pra mim, e pra todos os homens que andam por ai com uma máscara e quando as retiramos, os mesmos metem o dedo na cara, atacando em vez de analisar a si mesmos.

Tá ai, desconfundimos confundindo ainda mais, esse é o blog que diz o que ninguém gosta de escutar. O único blog que entrega as verdades e mentiras do próprio blogueiro.

Beijos e Abraços

Alexandre Oliveira

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Quando Tua Amiga Pega O Seu Homem


O texto de hoje é dedicado, as garotas e suas rivalidades cotidianas.

Todos sabem o quanto mulheres são seres bem competitivos, agora imagine quando uma amiga pega o cara da outra?! Imagine se aquele carinha que a Gata(1) pega, é “roubado” pela Gata(2). Guerra mundial na certa né?!

A rivalidade feminina nesse caso é facilmente entendida, afinal, uma “fura olho” dificilmente deve ser perdoada,  assim explico minha nova tese:

Um furador de olho masculino é levado pelo instinto, logo em nenhum momento ele planeja, homens infelizmente não tem o dom do planejamento, e pensam com a cabeça de baixo e não com a de cima, então são muito levados pelo momento, por isso. No caso das mulheres o caso é completamente diferente, até porque ela já sabe que o cara é o maior galinha, mas sabe que sua amiga é apaixonada pelo cara, e mesmo assim planeja minuciosamente como praticar essa volta de 360°.

Lembremos, que em 99% dos casos, isso em terra cariocas é claro, o homem é que chega na mulher, logo essa Gata(2), tem em mente a revolta de sua amiga, caso ela pegue o carinha em questão, mas mesmo assim reflete sobre isso, planeja uma maneira de sua “amiga” não saber e arma todo um cenário com o pegue-te, para dar uns amassos num lugar apropriado.

Daí concluímos que as mulheres tem um senso de planejamento muito maior do que os homens, e que raramente agem pelo instinto, salvo os casos em que o álcool for utilizado como desculpa. No entanto a frase “eu bebi, então não lembro do que aconteceu”,  tem a seguinte tradução: “Eu bebi  e fiz merda”, já que sempre que um ser humano bebe e não se lembra do que aconteceu é porque fez algo tão assustador, que o próprio cérebro se recusa a lembrar, isso também é chamado de: Trauma Alcoólico.

Perdoar sempre é preciso, não pelos outros, mas para uma libertação do seu próprio ser, em relação as suas próximas vivências que o mundo irá apresentar, e que você recusará devido aos perdões não dados que bloquearam o seu “instinto aventureiro”.

Contudo, é necessário analisar se o erro cometido faz parte de uma essência da outra pessoa , da qual te fará mal, a todo tempo, não satisfazendo seu espiríto de justiça e o seu afeto recíproco de maneira aceitável, ou se foi um caso isolado do qual mesmo planejando, foi uma situação que não faz parte do caráter da amiga em questão.

Porém, não tenho dúvidas, que pra você mulher, o pior é quando o seu agora “ex-peguete” namora com sua amiga, ai o ciúme é enorme, e a convivência  torna-se  impossível, assim caia fora, pois o idiota do seu ex, além de partir seu coração, conseguiu também acabar com uma das melhores amizades da sua vida, ou não né?! Já que ele pode apenas ter aberto seus olhos para uma amiga que nada valia.

Então, proponho essa análise, quais amigas  jogam junto com você? E acima de tudo, o que acontece quando a sua amiga pega o seu ex, ou pior, o seu atual pegue-te? Você aplica o desapego? Você passa a odiar os dois?

No fundo, sou a favor da regra, se  a amiga pegou, você não pega, assim nunca dará merda!

Enfim, são muitas opções, mas reflitam mulheres sobre isso, pois quando sua amiga pega o seu homem, é uma situação que só você pode resolver......

Beijos e Abraços

Alexandre Oliveira

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Ciúmes bobos, meus, seus, nossos!


Há temos atrás, escrevi aqui nas sambadinhas, o quanto era problemático um relacionamento com excesso de ciúmes, e hoje vim aqui novamente para falar desse tema, mas de uma outra forma, pra começar, eu devo admitir algo para meus leitores e leitora até então não sabiam: Eu sou ciumento!

É difícil de se admitir isso, é difícil para qualquer um admitir ter em si um sentimento que repreende ações e que em muitos momentos causa stress. Por muitos anos me coloquei como um ariano não dependente a pessoas, e a sentimentos repressores, mas talvez eu seja o mais repressor de todos.

Sabe quando seus amigos se juntam e logo tu não está presente por causa de trabalho ou outro motivo? Sabe aquela festa, em que todos aparecem na foto menos você? Lembra daquela reunião que todos do grupo foram convocados e esqueceram de avisar exatamente a você? Sabe aquela foto da pessoa que tu tá ficando ou namorando, com outra pessoa do sexo oposto? Ou quando uma pessoa do sexo oposto , muito suspeita comenta a foto da tua garota dizendo que ela está linda e gata? Sabe quando seu melhor amigo sai numa foto com outro amigo dizendo que o outro é o melhor?

Pois bem, todos esses motivos me causam uma raiva profunda, fico brabo, de cara amarrada e não consigo parar de pensar nisso, logo sou um neurótico ciumento. A diferença de mim para os outros é que não falo pra ninguém que estou brabo, e isso se chama ciúme encubado. A parte mais dramática disso é que como não admitimos nosso ciúme, os guardamos em nossa memória para um ataque futuro, o famoso: “jogar na cara”. Em futuras discussões com amigos, dizemos: “lembra aquela vez que tu não me chamou para aquela festa? ”

Usamos a memória como arma, daí lembranças de uma situação não resolvida em função do ciúme, e a mesma vira álibi para questionamentos, onde a resposta é só a retórica de algo que não pode ser explicado. No caso das mulheres, elas usam muito este recurso, elas são bem mais encucadas, para elas qualquer amiga de seu namorado, é uma piranha!

Essa história de que um ciuminho de leve em qualquer relacionamento dá uma apimentada, é verdade, desde que saibamos lidar com o sentimento de maneira que ele contribua para a relação, desde que ele seja usado para demonstrar afeição, interesse, mas sem tirar a liberdade de ninguém, pois quando a liberdade é tirada, o desapego é necessário.

O caso é que tem homens que são mais machistas do que ciumentos, porque digo isso? Digo, porque tem cara que usa o ciúme como arma para deixar sua mulher em casa e ir pra balada. Inventando uma briga com a garota para ela ficar em casa e ele sair, já vi muito isso. O cara se diz ciumento e inventa desculpas, nas roupas dela, no jeito de falar e até no jeito de ter carinho com seus amigos, apenas para que ela não “faça”, o que o escroto anda fazendo na rua, que é meter um chifre nela, como se ele por ser homem, tivesse o desprendimento necessário para tal, e só ele pudesse dar a pulada de cerca, como se isso fosse autorizado por uma força divina, somente para os homens e não para as mulheres.

E o que vemos na rua é uma mulherada, violenta, descarada, piranhando cada vez mais, por uma repressão do passado, que ela nem viveu muito, mas que como suas matriarcas contaram, ela se sente no dever de fazer uma “revolução” na sociedade, começando pelo seu próprio direito de pegar 10, 15 numa balada. E quando num relacionamento, os homens se sentem com medo, agem com insegurança com todas as que se relacionam, isso para os poucos homens para namorar decentes, existentes no mundo.

Não deixe o aprisionamento de um ciúme fictício ou não te aprisionar, deixa se envolver, por quem te faz bem e te acrescenta, te faz bem e te joga pra cima, e que acima de tudo te valorize como tu és.

O que digo, é que o ciúme, é normal, e que quando bem usado pode ser um alimentador da relação. Assim  deixe de sofrer pelo seu ciúme encubado, pare de imaginar coisas, e de sofrer sozinho, passe a ser um protagonista da sua história se preocupando apenas com o que é relevante. Afinal de contas, o mais bobo dos bobos tem um ciúme que ninguém vê.
Alexandre Oliveira