quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Bocas e Lábos Pequenos Não Se Combinam


Quando fiquei de férias das Sambadinhas do Ale, não pensei muito sobre o que ia escrever quando voltasse. Na verdade, sempre que dou essas paradas, fico na dúvida até se voltarei a escrever e o porque este blog existe, ai vem uma idéia que bate, martela e acaba sendo descrita em um texto. Normalmente minhas idéias surgem em resenhas com amigos. O texto de hoje surgiu de uma dessas resenhas, de uma maneira um pouco engraçada, mas veio.  Seria até o primeiro texto do ano, mas surgiu a idéia da semana passada e quem leu, viu no que deu, mas vamos a história que precede a idéia:

Num determinado dia de 2010, reunimos o “elenco fabuloso” para uma daquelas baladas regadas a muita dança e descontração, e naquela noite eu queria ficar com uma determinada menina, e a menina pelo que soube depois, também queria. Mas por um desses empatadores do destino, acabamos não ficando, no entanto a vontade era grande, por algum motivo um atraía muito ao outro, e num determinado dia, meses depois fomos a praia, e entre uma conversa e outra, surgiu o assunto do dia que um queria o outro e vice-versa, o fato é que corrigimos o “erro” do destino e ficamos.

Moral da história? O beijo foi uma merda, mas uma merda mesmo, não encaixou, não teve química, era uma daquelas coisas que podiam não ter acontecido, pois não acrescentaram nada em nossas vidas. Óbvio, que não ficamos mais né! Mas nos tornamos amigos, por uma dessas coisas que o destino não prevê, afinal pessoais legais são pra somar, e a amizade esta ai pra provar tal afirmação, não é porque o beijo não encaixou que não possa existir amizade.

Daí, no fim do ano de 2013, fui a Argentina visitar minhas irmãs, e quando voltei, fui ao centro de Niterói comer alguma coisa, e eis que na calçada encontro a dita amiga, não que não tenhamos nos encontrado nesses 3 anos, sim, nos encontramos muitas vezes, até saímos juntos e tudo, mas por algum motivo o assunto nosso beijo passado surgiu, e a sinceridade aflorou de tal forma, que fez com que os dois admitissem um ao outro que tinha mesmo sido uma merda.

Nesse momento fui tentar explicar o porque de não ter dado certo, e me apoiei em uma teoria de bocas que criei há uns anos: “Duas bocas pequenas não podem ocupar o mesmo lugar no espaço”.

Explico, se você tem uma boca pequena e lábios pequenos, você NUNCA pode beijar uma pessoa com as mesmas características de lábios e boca, pois é certo que o beijo não vai encaixar. Veja bem, uma pessoa que tenha os lábios medianos ou mais carnudos vai encaixar com quase todo tipo de boca, é como se ela tivesse com o que compensar a falta de pegada labial entende?!

Entretanto, se você tem o lábio pequeno, mas a boca é grande, ai a habilidade tem que ser de samurai, logo se anime pois você tem jeito. Agora lábios pequenos, boca pequena, nesse caso só vai encaixar numa boca de médio-carnuda pra cima.
Só pra vocês entenderem, eu tenho a boca pequena e a tal menina também, por esse motivo o beijo não encaixou, já que nesses moldes não há habilidade que dê jeito. Logo se você tem boca e lábios pequenos não arrisque beijar alguém com as mesmas características, pois vai dar zebra. Se você tem lábios pequenos e boca grande, prefira sempre os lábios de médio pra grande, e pode ser que dê certo com uma pessoa de mesmas características, nesse caso depende muito da habilidade de ambos.. E no caso de quem tem boca carnuda, relaxe e não fique preocupada(o) com habilidades, pois você já foi abençoada(o), por papai do céu, e invariavelmente seu beijo será bom com todos os tipos.

Portanto nunca  arrisque numa boca pequena e lábio pequeno se você TEM BOCAS E LÁBIOS PEQUENOS!

Já parou pra prestar atenção nos tipos de bocas que vocês já beijaram , andam beijando ou querem beijar? Se não parou, pare um tempo e reflita sobre o assunto e compare com o que eu disse, garanto que no mínimo dará boas risadas, isso se não encontrar a boca certa pra você nesse emaranhado de reflexões.

Obrigado por acessar as Sambadinhas do Ale e um ótimo fim de semana pra você que leu este texto até o fim!

Beijos e Abraços


Alexndre Oliveira

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Um Nariz Que Tem Charme

Um Feliz 2014 a quem lê a volta das Sambadinhas do Ale em seu 6° ano de existência, e que estejamos juntos por aqui por pelo menos mais 4 anos...rs.

Agora iniciemos os trabalhos do novo ano.....

O que mais te chama atenção quando você olha o rosto de alguém? Olhos, boca, sorriso?

Bem, eu em várias conversas sempre disse que adoro uma mulher que tem um sorriso que brilha junto com o os olhos, mas há um tempo venho reparando uma característica do rosto feminino que acho bem charmosa, o nariz.

Há anos atrás uma amiga me disse que a ela, encantava uma nareba bem arrebitada, uma nareba de respeito mesmo, uma nareba que faz juz ao ser humano, para ela o charme dessa nareba, era sem explicação, e um nariz que ela sempre destacava era de um ator chamado Adrien Brody, que fez o filme: o pianista. Segue a foto abaixo do ditocujo:



Mas na minha cabeça isso era muito estranho, só que parei a reparar os narizes de algumas mulheres que conheço, e vi um charme neles, sabe aquele nariz que de frente não parece tão bonito, mas que quando vira um pouco de lado, o perfil exala um charme não antes percebido, é desse tipo de nariz que estou falando.

E digo mais, toda mulher que tem esse nariz arrebitado pra frente, tem também um sorrisão de tirar qualquer um do sério, e olha que coincidência, as mulheres que tem o nariz arrebitado e o sorrisão, geralmente tem olhos brilhando, olhos de quem quer fazer acontecer na vida, olhos de quem tem paixão pelo que faz e a exerce.

Deixo claro que não estou falando do nariz grande de batatinha não, desse nariz não sou fã, ele não tem charme nenhum, o que não quer dizer que mesmo com ele, a mulher não possa ser bonita. Na verdade pode e muito, mas ai depende muito mais de outros conjuntos, quer ver um exemplo de uma mulher que tem nariz de batatinha, e no entanto é linda? Minha mãe, por exemplo. Tá duvidando? Então olha a foto da gata ai embaixo:



Uma nariz reto arrebitado ou com um corte pro lado de leve, tem muito charme também. Analise, perceba e se encante, tem ali muito mais do que charme, mas uma nova forma de ver a beleza, e pra quem tem outros tipos de nariz, busquemos seu charme em outros pontos do seu rosto, ou do seu jeito de ser. E se não achar, fazer o que, nem todos tem um charme na essência, mas podem ter um jeito muito especial de ser.

Ótimo fim de semana para todos!!!!

“Sejamos Felizes, pois a felicidade não tem preço”


Beijos e Abraços  

Alexandre Oliveira

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O Legado De Um Relacionamento

Há anos um amigo me ensinou umas das principais lições que pude aprender sobre um relacionamento. Ele me disse que quando se namora uma pessoa: “você namora também com a família dela”.

 Engraçado lembrar disso, pois apesar de eu sempre falar dessa lição, esta semana me lembrei o exato lugar onde eu estava quando a ouvi, o mais engraçado mesmo é que na época que a ouvi, não fui nem um pouco capaz de aplicá-la a minha realidade da época, mas meio que involuntariamente já a havia aplicado devido a momentos dos quais eu mesmo já havia esquecido.

O fato é que quando estamos fissurados e apaixonados por alguém, tudo que essa pessoa se importa ou faz, passa a ter relevância para nós, mas quando já estamos no relacionamento, a não ser que já tenhamos aquela veia de “pessoa família”, fica muito difícil participar do convívio familiar e se tornar uma pessoa importante dentro de uma família que não é a sua. E porque isso é importante? Bem, vamos usar uma história como exemplo:

O amigo em questão se envolveu com uma garota no alto dos seus 21 anos, na época goleiro do time de várzea de seu bairro, o cara era o garanhão, o número de garotas em sua volta era de dar inveja a qualquer um de sua turma. Sua inteligência e facilidade para fazer amigos era notável,  até que se viu apaixonado pela moçoila após receber versos de uma música do Kid Abelha que dizia: “você me tem fácil demais, mas não parece capaz, de cuidar do que possui...”. Daí pra frente a história atropelou o próprio romance, e a apaixonada menina ficou grávida, e o garanhão assumiu suas responsabilidades na época e se casou com a menina. Abandonando muitos sonhos e criando novas prioridades, o ex-garanhão, a cada ano se unia mais a família de sua amada, construiu uma casa no quintal de seus sogros e lá moraram por 16 felizes e também conturbados anos, assim se tornou um filho para os pais da menina, que agora se tornara mulher. Após 16 anos, ela se separa dele, e enterrado em suas próprias escolhas e acomodações ambos dão uma grande virada em suas vidas, uma se casando de novo, e ele virando um garanhão de meia idade.

O fato é que mesmo após a separação os pais dela ainda sim, ficam apegados ao ex-genro, sonhando que um dia sua filha reate com o cara mais querido por eles. Hoje o laço que une meu amigo e sua “ex-familia”, se tornou muito maior do que os netos que deu a eles, ou ao tempo que passaram juntos. O laço que os une, é de um afeto que não dá para ser medido, um carinho tão grande que hoje ninguém sabe ao certo por qual motivo ele existe. A única certeza que tenho é que o legado que ficou desse relacionamento,  foi a família dela!

Em um relacionamento dependendo do quão intenso ele foi, não é possível se esquecer das pessoas que fizeram parte dele, pessoas que ficam, e um carinho que acabou existindo da maneira mais natural do mundo, um carinho que não poderá ser comprado pelo novo “genro”. Aliás que maravilha não ser “superado” pelo atual genro, acho que esse deve ser o sonho de qualquer ex-genro(os que tomaram um pé na bunda, é claro).

Ps: O nobre blogueiro esclarece, que tomou 3 pés na bunda oficiais, e que foi superado por todos os atuais genros, mas ficou com um legado que muito o orgulha do seu primeiro relacionamento, mas que infelizmente o atual genro, conseguiu em apenas uma visita superá-lo(o ódio e a inveja fica aqui registrado, até porque o cara é irritantemente muito mais bonito, falo isso até porque essa porra de inveja branca é viadagem).

Por isso, por essa história as Sambadinhas do Ale se despedem de 2013, afirmando que o legado de um relacionamento é a família que se ganha com ele, os irmãos, avós, tios e ”novos pais”, o que fica é o carinho que surgiu pela simples empatia do que foi feito durante todo um relacionamento. Um carinho que seu ex, ou sua ex esqueceu, mas que a família dele ou dela nunca mais vai deixar de ter.

Desejo à todos um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo!!!!!

Após as minhas férias estarei de volta com mais histórias e teorias de verdades que podem ou não ter algum sentido pra sua vida! Enquanto o blog estará de férias, serão lançados dois vídeos onde o nobre blogueiro participa como ator no canal youtube.com/atordoadooficial . Fiquem ligados, dêem muitas risadas e até a volta!!!!

Abraços e Beijos

Alexandre Oliveira

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

NÃO EXISTEM MAIS HOMENS FOFOS


Um ótimo dia para você que inicia a leitura do texto de hoje do blogueiro mais odiado de Niterói.

Hoje, ousarei meter a minha colher numa discussão, que é muito comum entre as mulheres, aquela tradicional conversa que afirma que não existem mais homens decentes e hoje vamos discutir, o nível de diferença que há entre o ideal fofo e o ideal canalha, trazendo a tona a confusão que em geral as mulheres causam.

Há quase 10 anos, fui chamado pela primeira vez por uma palavra que muito uso aqui no blog: Fofo. A pessoa que me chamou pela primeira vez deste adjetivo foi minha primeira sogra, e logo depois passou a ser muito usada pela minha primeira namorada, através dos anos fui diversas vezes taxado de fofo, termo que na época era muito bem aplicado, já que eu de fato era uma graça de pessoa, um anjo de menino, o garoto que todas as mães queriam como genro.

Não quero dizer com isso que deixei de ser o que fui taxado de ser, apenas digo que o termo pode ser mal aplicado a mim ou a qualquer homem dependendo do que ele é, mas acima de tudo de como ele trata as mulheres que se relaciona.

Canso de ver aos montes, mulheres chamando canalhas de fofo, daí me confundi. Me confundi, porque para mim o termo significava um cara romântico, educado, que trata suas mulheres como ladies, nunca como cachorras e que as sogras tenham ele como um ser abençoado, um anjo que caiu do céu para fazer suas filhas felizes. No passado esse termo também era usado para definir os gordinhos, que educadamente eram chamados de fofos. Termo também utilizado para definir pessoas ou objetos que de tão lindos davam vontade de apertar, tipo como a Felicia do desenho, essas pessoas/objetos, eram taxados assim como fofos, devido a vontade que davam nos outros de ter um momento “Felicia”.

Isso era o que pensávamos, mas hoje o termo passou a ser mal aplicado. Vejo amigos, pilantras, que enganam, mentem, usam sua cara de pau para manipular as mulheres, com elas fazendo papel de completas idiotas e mesmo com as mesmas sabendo de tudo  ainda sim, dizem: “ele é muito fofo”.

Se o cara não se enquadra na função de cara ideal para se casar, nem o genro ideal que sua mãe sonhou, porque chamar o cara de fofo? Porque ele dá vontade de apertar? Porque ele é gordinho?

Em alguns casos essa taxação pode ter algum sentido, um dos quais escrevi acima, mas eu como presidente, escritor, editor e consultor das Sambadinhas do Ale lanço uma teoria sobre isso:

Uma mulher chama um cara de fofo  apenas por ele ser educado e bonitinho, o termo perdeu a sua completude inicial, porque as mulheres simplesmente perderam a confiança nos homens, perderam a admiração que tinham pelos caras ideais, pois como eles não existem mais, então passam a não ter motivos para adequar o termo apenas para o príncipe encantado, assim passam a se conformar com as mínimas características da fofura masculina, e assim perdem totalmente o sentido quando chamam um cara assim. Quando na realidade quem perdeu o sentido foram nós homens, e o desejo  de independência que as mulheres tem hoje, causando a batida do tico e teco dos homens, que passam a não saber como serem melhores, e as mulheres desconfiadas passam a agir como “qualquer uma”, perdendo sua feminilidade e o seu senso critíco, misturando os verdadeiros, com os falsos fofos, os colocando assim na mesma panela para sua louca escolha.

Com isso tudo a confusão está ai, ninguém sabe mais quem é quem, e cada um se vê de uma maneira, o que não dá é se fazer de coitado para ganhar pontos quando todos sabem o que você é. E nem querer destrinchar e atacar pessoas só porque você se acha verdadeiro, quando não está sendo em seu discurso de fofo master. Isso vale pra mim, e pra todos os homens que andam por ai com uma máscara e quando as retiramos, os mesmos metem o dedo na cara, atacando em vez de analisar a si mesmos.

Tá ai, desconfundimos confundindo ainda mais, esse é o blog que diz o que ninguém gosta de escutar. O único blog que entrega as verdades e mentiras do próprio blogueiro.

Beijos e Abraços

Alexandre Oliveira

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Quando Tua Amiga Pega O Seu Homem


O texto de hoje é dedicado, as garotas e suas rivalidades cotidianas.

Todos sabem o quanto mulheres são seres bem competitivos, agora imagine quando uma amiga pega o cara da outra?! Imagine se aquele carinha que a Gata(1) pega, é “roubado” pela Gata(2). Guerra mundial na certa né?!

A rivalidade feminina nesse caso é facilmente entendida, afinal, uma “fura olho” dificilmente deve ser perdoada,  assim explico minha nova tese:

Um furador de olho masculino é levado pelo instinto, logo em nenhum momento ele planeja, homens infelizmente não tem o dom do planejamento, e pensam com a cabeça de baixo e não com a de cima, então são muito levados pelo momento, por isso. No caso das mulheres o caso é completamente diferente, até porque ela já sabe que o cara é o maior galinha, mas sabe que sua amiga é apaixonada pelo cara, e mesmo assim planeja minuciosamente como praticar essa volta de 360°.

Lembremos, que em 99% dos casos, isso em terra cariocas é claro, o homem é que chega na mulher, logo essa Gata(2), tem em mente a revolta de sua amiga, caso ela pegue o carinha em questão, mas mesmo assim reflete sobre isso, planeja uma maneira de sua “amiga” não saber e arma todo um cenário com o pegue-te, para dar uns amassos num lugar apropriado.

Daí concluímos que as mulheres tem um senso de planejamento muito maior do que os homens, e que raramente agem pelo instinto, salvo os casos em que o álcool for utilizado como desculpa. No entanto a frase “eu bebi, então não lembro do que aconteceu”,  tem a seguinte tradução: “Eu bebi  e fiz merda”, já que sempre que um ser humano bebe e não se lembra do que aconteceu é porque fez algo tão assustador, que o próprio cérebro se recusa a lembrar, isso também é chamado de: Trauma Alcoólico.

Perdoar sempre é preciso, não pelos outros, mas para uma libertação do seu próprio ser, em relação as suas próximas vivências que o mundo irá apresentar, e que você recusará devido aos perdões não dados que bloquearam o seu “instinto aventureiro”.

Contudo, é necessário analisar se o erro cometido faz parte de uma essência da outra pessoa , da qual te fará mal, a todo tempo, não satisfazendo seu espiríto de justiça e o seu afeto recíproco de maneira aceitável, ou se foi um caso isolado do qual mesmo planejando, foi uma situação que não faz parte do caráter da amiga em questão.

Porém, não tenho dúvidas, que pra você mulher, o pior é quando o seu agora “ex-peguete” namora com sua amiga, ai o ciúme é enorme, e a convivência  torna-se  impossível, assim caia fora, pois o idiota do seu ex, além de partir seu coração, conseguiu também acabar com uma das melhores amizades da sua vida, ou não né?! Já que ele pode apenas ter aberto seus olhos para uma amiga que nada valia.

Então, proponho essa análise, quais amigas  jogam junto com você? E acima de tudo, o que acontece quando a sua amiga pega o seu ex, ou pior, o seu atual pegue-te? Você aplica o desapego? Você passa a odiar os dois?

No fundo, sou a favor da regra, se  a amiga pegou, você não pega, assim nunca dará merda!

Enfim, são muitas opções, mas reflitam mulheres sobre isso, pois quando sua amiga pega o seu homem, é uma situação que só você pode resolver......

Beijos e Abraços

Alexandre Oliveira

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Ciúmes bobos, meus, seus, nossos!


Há temos atrás, escrevi aqui nas sambadinhas, o quanto era problemático um relacionamento com excesso de ciúmes, e hoje vim aqui novamente para falar desse tema, mas de uma outra forma, pra começar, eu devo admitir algo para meus leitores e leitora até então não sabiam: Eu sou ciumento!

É difícil de se admitir isso, é difícil para qualquer um admitir ter em si um sentimento que repreende ações e que em muitos momentos causa stress. Por muitos anos me coloquei como um ariano não dependente a pessoas, e a sentimentos repressores, mas talvez eu seja o mais repressor de todos.

Sabe quando seus amigos se juntam e logo tu não está presente por causa de trabalho ou outro motivo? Sabe aquela festa, em que todos aparecem na foto menos você? Lembra daquela reunião que todos do grupo foram convocados e esqueceram de avisar exatamente a você? Sabe aquela foto da pessoa que tu tá ficando ou namorando, com outra pessoa do sexo oposto? Ou quando uma pessoa do sexo oposto , muito suspeita comenta a foto da tua garota dizendo que ela está linda e gata? Sabe quando seu melhor amigo sai numa foto com outro amigo dizendo que o outro é o melhor?

Pois bem, todos esses motivos me causam uma raiva profunda, fico brabo, de cara amarrada e não consigo parar de pensar nisso, logo sou um neurótico ciumento. A diferença de mim para os outros é que não falo pra ninguém que estou brabo, e isso se chama ciúme encubado. A parte mais dramática disso é que como não admitimos nosso ciúme, os guardamos em nossa memória para um ataque futuro, o famoso: “jogar na cara”. Em futuras discussões com amigos, dizemos: “lembra aquela vez que tu não me chamou para aquela festa? ”

Usamos a memória como arma, daí lembranças de uma situação não resolvida em função do ciúme, e a mesma vira álibi para questionamentos, onde a resposta é só a retórica de algo que não pode ser explicado. No caso das mulheres, elas usam muito este recurso, elas são bem mais encucadas, para elas qualquer amiga de seu namorado, é uma piranha!

Essa história de que um ciuminho de leve em qualquer relacionamento dá uma apimentada, é verdade, desde que saibamos lidar com o sentimento de maneira que ele contribua para a relação, desde que ele seja usado para demonstrar afeição, interesse, mas sem tirar a liberdade de ninguém, pois quando a liberdade é tirada, o desapego é necessário.

O caso é que tem homens que são mais machistas do que ciumentos, porque digo isso? Digo, porque tem cara que usa o ciúme como arma para deixar sua mulher em casa e ir pra balada. Inventando uma briga com a garota para ela ficar em casa e ele sair, já vi muito isso. O cara se diz ciumento e inventa desculpas, nas roupas dela, no jeito de falar e até no jeito de ter carinho com seus amigos, apenas para que ela não “faça”, o que o escroto anda fazendo na rua, que é meter um chifre nela, como se ele por ser homem, tivesse o desprendimento necessário para tal, e só ele pudesse dar a pulada de cerca, como se isso fosse autorizado por uma força divina, somente para os homens e não para as mulheres.

E o que vemos na rua é uma mulherada, violenta, descarada, piranhando cada vez mais, por uma repressão do passado, que ela nem viveu muito, mas que como suas matriarcas contaram, ela se sente no dever de fazer uma “revolução” na sociedade, começando pelo seu próprio direito de pegar 10, 15 numa balada. E quando num relacionamento, os homens se sentem com medo, agem com insegurança com todas as que se relacionam, isso para os poucos homens para namorar decentes, existentes no mundo.

Não deixe o aprisionamento de um ciúme fictício ou não te aprisionar, deixa se envolver, por quem te faz bem e te acrescenta, te faz bem e te joga pra cima, e que acima de tudo te valorize como tu és.

O que digo, é que o ciúme, é normal, e que quando bem usado pode ser um alimentador da relação. Assim  deixe de sofrer pelo seu ciúme encubado, pare de imaginar coisas, e de sofrer sozinho, passe a ser um protagonista da sua história se preocupando apenas com o que é relevante. Afinal de contas, o mais bobo dos bobos tem um ciúme que ninguém vê.
Alexandre Oliveira

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Rejeição é NORMAL


O papo de hoje é brabo, é um papo que semeia muitas das resenhas em bares e baladas pelo Brasil. Porque que ela(ele), não me ama?

Um dos discursos mais recorrentes para essa insatisfação é a dedicação que é apresentada a outra pessoa. A mulher se dedica, pensa em coisas bonitinhas, manda mensagens, se preocupa, dá atenção, planeja um relacionamento, se preocupa com o cara e sempre fica com ele quando ele mais precisa e não vê a reciprocidade sendo apresentada da maneira como gostaria.

Eis aqui uma das verdades da vida: ela é muito injusta. Principalmente nos relacionamentos não há uma justiça que se possa recorrer quando a rejeição inadequada acontece. Na cabeça de todos, há uma linha de pensamento que diz que caso você se dedique, tem de haver reciprocidade no sentimento depositado, e que quando isso não acontece, é porque você não tem sorte, Deus te abandonou, você vai ficar para titia e por ai vai.

Geralmente, desabafamos com os melhores amigos sobre essa injustiça, e os amigos como parceiros que são, dizem que a pessoa amada não vale nada e que não merece o nosso amor e que devemos partir pra outra, isso pra nós é inaceitável em um primeiro momento, mas se torna psicologicamente mais palpável com o passar do tempo. O que temos que entender na verdade, é que isso é normal e muito normal.

Por muitos anos pensei nessa injustiça como algo maldoso que acontecia em minha vida, por tempos, fui o rei de criar expectativas em cima de nenhum tipo de situação real, tive amores platônicos que ultrapassaram a barreira da normalidade, e quando eles se tornaram reais na fase adulta, eu não sabia como lidar com eles então sempre metia os pés pelas mãos.

Uma história que é um clássico na minha vida, é o dia em que fiquei apaixonado por uma menina numa boate, fiquei com ela, e logo trocamos mensagens e já estava eu criando expectativas em cima de nada, queria apresentá-la aos meus amigos e ficar com ela o máximo que podia, mas ela não, ela queria apenas curtir e viver a vida como ela, lhe estava sendo apresentada, mas ao mesmo tempo não queria perder o cara que lhe rendia atenção quando a mesma necessitava. Isso era inconsciente, ela era pilantra naturalmente, e não tinha a exata noção do quanto era injusta. Furou comigo diversas vezes, pisou o máximo em inúmeras situações e hoje somos amigos.

O que quero dizer com essa história?

Muitas vezes não somos rejeitados pela pessoa que somos. Acabamos sendo rejeitados por aquilo que não conseguimos provocar nas outras pessoas, somos rejeitados por um sentimento que não conseguimos fazer brotar na outra pessoa. Por muitas vezes essas pessoas que nos rejeitam, nos adoram, mas da maneira delas, de uma maneira peculiar e difícil de entender, elas nos tem atração, elas nos tem carinho, mas infelizmente elas não nos tem amor, e paixão da maneira como gostaríamos. Em alguns casos elas até gostariam de os ter, mas não os tem, e isso é culpa delas?

Não acho que exista uma relação de rejeição e culpa. Acho que a culpa dos outros está na mentira contada, está em quando somos enganados de propósito, quando propositalmente e planejadamente somos iludidos afim de outros motivos que desconhecemos, está em quando estamos fazendo papéis de “stand by”, para um sentimento maior, que é dedicado a uma outra pessoa, que não somos nós. O problema acontece, quando temos a exata sensação que somos “pessoas substitutas”, e o problema de verdade acontece, quando nos incomodamos por sermos pessoas substitutas, ai meu amigo e minha amiga: simplesmente FUDEU.

A partir do momento que entendemos o valor das pessoas e a importância delas para nossas vidas, passamos a de fato compreender e a vivenciar isso. Na situação que contei, entendi que a garota era uma péssima opção para um relacionamento de casal comigo, pois faltava a ela o sentimento que ela não tinha por mim. Entretanto percebi, os valores que ela tinha como pessoa, sua batalha, sua luta para superar seus traumas de família, seu humor sádico, sua extrema capacidade de se dedicar aos amigos quando eles mais precisavam. Apesar de sua preguiça de ser humano, e sua mania de choramingar sobre pequenas coisas da vida, ela tem qualidades que valem apena ter em minha vida, como amiga, lógico!

Hoje, trocamos idéias sobre relacionamentos, eu ajudo nos dela e elas nos meus. Nos ajudamos, quando preciso, e nos afastamos quando necessário, dois gênios fortes e de humores ácidos são complicados.

Daí, com isso tudo, percebi que as pessoas são muito mais do que futuros relacionamentos amorosos, elas são muito mais do que um passado que não deu certo. Elas são pessoas que tem um valor e que como tal, devem ser valorizadas e enquadradas na sua vida como podem.  Perder pessoas de valor, não é inteligente. Ah propósito, minha ex-namorada me mandou uma mensagem dizendo que juntou os panos de bunda com o “novo namorado” e que está feliz demais, sinceramente fico muito feliz por ela, pois é uma pessoa fantástica e uma das garotas mais incríveis que conheci, e que merece tudo de melhor nessa vida, e pelo que parece está tendo tudo isso.

Virão? O tempo passa, e as mágoas de uma rejeição devem ser superadas, é normal ser rejeitado, acontece todos os dias, o que não se pode é ser ENGANADO,  mentira só se tem perdão uma vez, e pra muitos não existe perdão nunca.

Durante todo esse texto, você pensou nas vezes que foi rejeitado e como superou isso, e se foi capaz de valorizar quem deveria. Tenho certeza, que você que está ai sentado agora reclamando que ninguém te ama, tem alguém que está ai pertinho te querendo demais, e pronto para ser “abençoado” por ti.

No entanto, amor não se inventa, ele simplesmente nasce, brota, das raízes mais fundas do nosso ser. Não dá pra olhar para o lado e dizer: “agora eu quero esse”, isso tem que ser natural, o amor na maioria das vezes não é justo, não dá pra exigir justiça quando não se é justa com a maioria das pessoas que nos amaram na vida, amor é pra ser recíproco sim, mas é pra acontecer e não se inventar, não para se enganar. Portanto, já somos injustos todos os dias, e temos de pensar sobre isso, não dá pra se reclamar de justiça, quando não se é justo  com todos, e será que dá pra se exigir justiça no amor?  Para este blog há! É possível exigir, quando a justiça é para uma pessoa, pois para essa pessoa este amor será recíproco, especial e único, já que se fosse pra todo mundo não seria tão transcendental.

Alexandre Oliveira